Recentemente começou mais uma edição do BBB (Big Brother Brasil), reality show da Rede Globo que reúne fãs e desafetos na mesma proporção.
Toda vez que o programa vai ao ar, uma chuva de manifestações a favor ou contra o programa.
E quem critica, geralmente, apresenta argumentos pseudo sociológicos ou filosóficos sobre o que a atração acrescenta a quem assiste.
Ora, desde quando a TV tem a preocupação de formar intelectuais?
É uma tremenda bobagem pregar esse discurso intelectualoide e criticar o programa ou quem gosta de ver os confinados, seus paredões e sei lá o quê mais.
E digo que é uma bobagem por um motivo muito simples: a televisão é democrática. Não gostou, mude de canal. Ou apenas desligue.
Eu não assito porque não me prende a atenção. Assim como o futebol me fascina, mas passa incólume aos olhos de outros. Só isso.
Afinal de contas, a televisão é, na essência, entretenimento. Quando muito, informação ou algumas curiosidades. Mas não educação ou formação intelectual, salvo raríssimas exceções. Pensar o contrário seria ilusório.