A vida é mesmo algo inexplicável.
Sempre fui alguém cheia de certezas, convicções e claro com a minha vida no mais absoluto controle.
Mas aí eu fiz 27 anos e todas as minhas certezas foram embora pelo ralo.
Nunca estive tão fora do controle da minha vida... Ter 26 anos foi pra encerrar ciclos. E agora estou naquele patamar, sabe? Quando a gente está aguardando os novos ciclos começarem e tudo aparentemente está parado. Sempre que chego nesses momentos tenho 2 perspectivas: 1. Tudo é possível!; 2. E agora? O que eu faço?
Pra uma libriana a coisa fica ainda mais perturbadora, sou a indecisão em pessoa. Todas as opções me parecem ótimas.
Sei que eu já escrevi algumas vezes sobre as minhas mutações, mas nenhuma foi tão intensa como essa. Acho que tem a ver com os ciclos de 7 anos, aos: 7, 14, 21 e 28 estamos em momentos de vida muito marcantes.
7: Começo da escola
14: Adolescencia, começo do colegial
21: Maioridade (e fim da faculdade para a maioria)
28, 35, 42, 49, 56...
Dizem até que de 7 em 7 anos todas as nossas células são outras.
Vai saber o que me espera nos 28, mas parece que os 27 estão me preparando para isso.
Eu não tenho feito nada como antes, nem os meus esmaltes são os mesmos, nem a minha dança, nem o meu trabalho, nem os meus relacionamentos...
É um momento bem turvo, espero que passe logo.
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
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domingo, 25 de janeiro de 2015
domingo, 2 de outubro de 2011
Mudanças
"... acho que a vida é um processo... É como subir uma montanha. Mesmo que no fim não se esteja tão forte fisicamente, a paisagem visualizada é melhor." (Lya Luft)
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." (Fernando Pessoa)
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." (Fernando Pessoa)
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