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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Meu olhos viram, meu coração sentiu!

Foi o máximo! Foi um grande concerto, foi uma grande apresentação.Se me surpreendeu? Sim, surpreendeu, por que eu não imaginei que algo poderia ser tão emocionante, me tocar tão no fundo.Sim, estou falando do show do Paul.Que artista!Impressionante.Fui de última hora, comprei de cambista meu ingresso, fui no susto, e agradeço de verdade à Deus por ter ido.Tenho certeza que nunca mais verei algo tão histórico, tão arrepiante, emocionante e apaixonante.
O estádio ,abarrotado por pessoas de muitas partes do Brasil ( Minas, Paraná, Rio fora o pessoal em peso do interior de SP) marcaram presença.Esse é o fenômeno do Turismo, motivando pessoas a utilizarem os meios de transporte, hospedagem, restaurantes e bares, comprando seus lembranças de show das mãos de ambulântes e voltando satisfeitos e em transe, por que é isso que Paul fez com a gente: nos jogou numa realidade de admiração, paz e orgunlho por estar assistindo algo de tão boa qualidade.
É claro que estou escrevendo esse post escutando Paul.Não fosse assim, não conseguiria colocar meu coração acima da minha razão para fazer desse texto uma declaração de amor, não pelo Paul, mas pelas coisas boas da vida que já vivi e que ainda virão.Sabe quando você faz algo e por pelo menos algum tempo você se sente uma pessoa melhor? Ainda estou com essa sensação.
Sabe que muitas pessoas quando realizam uma boa viagem voltam com essa sensação que por vezes dura por vários dias.
A Agatilda escreveu um post sobre violência e sobre a tristeza que sentimos por ver essa situação em que por muitas vezes até nós mesmos, pessoas nada perigosas, podemos entrar na onda da violência por motivos aparentemente banais, posso dizer aqui que são esses momentos que vivemos de puro prazer ( mental e até espiritual) que é o que nos recarrega e dá força para continuar sem perdemos 100% do nosso coração.
Que todos os bons momentos sejam plenamente vividos, que as dicas culturais da Renata seja proveitosas à todos, que os post exóticos da Rita façam a gente se divertir.Que os posts delicados da Pri e da Tamires nos façam procurar ter sempre um bom texto nas mãos para relaxar.Que os posts inteligentes do Erisón nos deixe sempre conscientes das realidades da vida.
Que os posts da Agatinha tragam sempre o desabafo sobre o qual nos identificamos.
Que esse blog contribua, com seus participantes totalmente diferentes um dos outros, para mostrar que mesmo com tantas diferenças podemos nos unir e fazer uma coisa legal.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O barulho, e as suas sensações

"Barulho: Na classificação sistemática do dicionário, a palavra barulho refere-se a algo incômodo, fora de ordem convencional dos padrões estabelecidos. Cientificamente o significado da palavra é relacionado a um som indesejável. Contudo, todas essas definições tornaram-se insuficientes diante das obras da vanguarda do início do século XX, onde o barulho foi incorporado na estética musical de diversos gêneros. Ruidos, distorções microfonias, transformaram-se em moto criativo na composição de uma música invariavelmente experimental e provocadora.

Permitir ao espectador uma fruição diante de zonas de desconforto é a preposição deste recorde conceituada, apresentando um panorama contemporâneo de artistas cujos os trabalhos estão centrados no uso criativo de uma estética do ruído"

Do folheto distribuido pelo Sesc

Cada um se identifica com um tipo de barulho.Apaixona-se. Um amor tão intenso que se faz faz loucuras para estar tão próximo daquele que originou o tal barulho. Os shows

Mas a recompensa por essas loucuras é imensa. Uma sensação totalmente orgastica.

O melhor ainda é quando essa sensação é mutua. Quando você vê aquele que originou o barulho feliz por você está ali.

Ver ontem Thomas Mars da banda Phoenix "mergulhando" na plateia, Billy Corgan da banda Smashing Pumpkins apontando para a lua e cantando "Thonight, thinight" e hoje Lou Reed no final da sua apresentação cumprimentando todos que estavam a sua volta, e de fazer qualquer fã desse tipo de barulho chorar.

E agora, enquanto escrevo esse post, vejo pela TV a apresentação do Paul McCartney que me faz pensar o quanto os meus amigos estão se emocionando com a sua barulheira.

O mal sujeito realmente é que aquele que não gosta de barulho