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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Questões momentâneas


Será que ha possibilidade de amar uma pessoa ao ponto de estar com ela, e não mais sentir o medo de morrer?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como pagar a arte urbana?

Ontem eu e mais um amigo fomos até o bar Charm da Augusta. Ele fica na Rua Augusta, quase em frente do Espaço Unibanco. Fomos praticar a botecoterapia: arte de beber e filosofar em uma mesa de bar.

Milagrosamente conseguimos uma mesa na calçada. Das 16h as 23h, 7 artistas apareceram na nossa mesa apresentado algum tipo de arte. Musica, poesia, cronica, dança ... no final eles ofereciam que levássemos a mesma para casa, mas nós não aceitamos.

Não que eu seja mesquinha e não consiga deixar de tomar uma cerveja em troca de um texto. Não é isso. O problema é que a mesma não me atraiu de tal forma que eu quisesse ela para sempre comigo.

Questiono pois todos ficaram nervosos com o meu não.

Agora eu pergunto: será que eu estou errada em parar o meu diálogo e me deixar querer conhecer um nova expressão? Será?
Ou será que os artistas precisam parar e pensar que na vida cada um gosta de uma coisa. Alguns se dão a oportunidade de conhecer coisas novas, mas outras não.

Eu não entendo, e tenho medo de qualquer dia desses levar umas porradas

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Será, que tudo é bem mais facil quando a gente esquece?

Quinta-Feira, 25/11/2010, 01h05

" Às vezes me lembro dele sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou. Nunca mais o vi, depois que foi embora. nunca nos escrevemos. Não havia mesmo o que dizer. ou havia? ah, como não sei responder as minhas próprias perguntas! é possível que, no fundo, sempre restem algumas coisas para serem ditas. É possível também que o afastamento total só aconteça quando não mais restam essas coisas e a gente continua a buscar, a investigar — e principalmente a fingir. Fingir que encontra. Acho que, se tornasse a vê-lo, custaria a reconhecê-lo"
Caio Fernando Abreu


" Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem da minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouca me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do zodíaco. "
Gabriel Gárcia Marquez

" Falar de melancolia é fácil. Os dicionários estão recheadíssimos de palavras bonitas que tendem tristes a explicar o sofrimento dos outros. O difícil é falar da alegria. Alegria que pode ser felicidade momentânea, mas quase não tem sinônimos na literatura.
O estar bem não inspira, não vira música nem poesia. Estar triste é sentimento premiado no Oscar de melhor drama, é realidade inventada para vencer o tédio que é ser comum e não ter do que reclamar. "
Verônica H.

Dúvidas

Quinta-Feira, 25/11/2010, 04h30
Mais uma madrugada de insônia