Se a Renata não sabia o que dizer no último dia do ano, imagine eu!
Primeiro dia do ano, tendo ido dormir às 5 da manhã após uma noitada de surras no pôker, vejo-me aqui, atrás do balcão bancando a recepcionista simpática desejando feliz ano novo para desconhecidos.
Na real, essas tradições deixaram de fazer sentido pra mim há algum tempo. Não lembro a razão e nem quando, mas não faço questão de fazer tudo igual. às vezes a gente acaba se submetendo a algumas tradições para satisfazer família, amigos, ou muitas vezes para estar inserido no contexto social, mas faz diferença? Faz. Fogos de artifício não me deixam dormir!
Passei pela Paulista para pegar o metrô e vi tantas pessoas "fantasiadas" de bonitas que parecia estar vivendo um freak show!
Tentei ler em seus olhares quanto daquela alegria era real e o quanto era fake.
Será que elas estavam mesmo felizes ou estavam sorrindo porque todos estavam?
E por que todos estavam?
Bom, quem vive Sampa day by day sabe de suas tradições e de como o paulistano e seus agregados sobreviventes à metrópole são quanto a festividades.
Os que não fugiram estavam correndo para a Paulista como os ratos que seguiam o Flautista de Hamelin.
E eu, seguindo contra a corrente, ao entrar na estação Brigadeiro, deparei-me com os vagões do metrô lotados.
É... no último dia do ano... feriado... dia de estar sussa, o figura pega o metrozão lotado! Pra ver NX Zero play back!
Isso é São Paulo! Isso é tradição! Isso não faz o menor sentido!
Feliz tudo igual pra todos!
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
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sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Batizado a maneira Arabe
Ok, sei que alguns de vocês vão dizer que é old, que já mandei para o email de vocês e blábláblá, mas como o tema do mês é "Tradições Bizarras" não poderia deixar de falar a respeito desta tradição.
Pouco se tem a dizer, aliás, pouco se sabe a respeito dessa tradição, mas de uma coisa podemos ter certeza: Não é a toa que eles viram terroristas!
Não sei o que é pior, se é o caso da criança que morreu afogada na pia batismal a pouco tempo atrás, ou se é esse ritual maluco de jogar as crianças de uma altura de 15 mts e serem aparados por uma cama elástica, acreditando que isso trará vida longa a criança.
Sem mais...
Pouco se tem a dizer, aliás, pouco se sabe a respeito dessa tradição, mas de uma coisa podemos ter certeza: Não é a toa que eles viram terroristas!
Não sei o que é pior, se é o caso da criança que morreu afogada na pia batismal a pouco tempo atrás, ou se é esse ritual maluco de jogar as crianças de uma altura de 15 mts e serem aparados por uma cama elástica, acreditando que isso trará vida longa a criança.
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Torajan - vivendo entre os mortos.
Mais inspirada, comecei meu post já na segunda-feira... vai que acontece alguma coisa comigo até quinta e minha inspiração bobalesca vai embora.
Tradições bizarras será o tema de hoje.

Muita coisa interessante o tio Google me mostrou quando resolvi abordar esse tema, e com a ajuda do Fê (meu leitor mais fiel e coincidentemente meu namorado), resolvi me aprofundar mais no tema Tradições Bizarras e usarei deste por algum tempo.
Uma coisa bem curiosa que acabei por encontrar, são esses tais de Torajan. Um povo lá da Indonésia que leva esse negocio de funeral muito a sério.
Imaginem que você esteja explorando algumas cavernas e se depara com um paredão cheio de caixões pendurados... medo!
É assim que os Torajan cuidam de seus entes que já partiram... mas só depois deles conseguirem fundos para esse funeral, o que pode leva
r meses.
Enquanto isso, o cara que já passou desta para uma (quem sabe) melhor, é envolto em um pano, e mantido assim até o dia de seu funeral.
Após essa "mumificação" ele é levado até uma caverna e deixado lá na entrada, sempre "olhando" para fora, ao lado de outros que estão na mesma situção que ele.
Tudo isso para evitar o contato com os bichos da terra e apodrecem mais lentamente que o normal.
Dai penso eu: Não seria mais facil abrir uma cova, e simplesmente deixar que eles "descansem" em paz como o resto do mundo faz?
Bem, talvez isso seja significativo, pois uma tribo indigena chinesa também adora deixar a galera pendurada... eu imagino que isso seja um pouco trabalhoso, mas como tradição é tradição, minha opinião não deva contar muito.
Beijos, abraços e até quinta!
Sem fontes... informações picadas. Quase não há informações a respeito deles.
Tradições bizarras será o tema de hoje.

Muita coisa interessante o tio Google me mostrou quando resolvi abordar esse tema, e com a ajuda do Fê (meu leitor mais fiel e coincidentemente meu namorado), resolvi me aprofundar mais no tema Tradições Bizarras e usarei deste por algum tempo.
Uma coisa bem curiosa que acabei por encontrar, são esses tais de Torajan. Um povo lá da Indonésia que leva esse negocio de funeral muito a sério.
Imaginem que você esteja explorando algumas cavernas e se depara com um paredão cheio de caixões pendurados... medo!
É assim que os Torajan cuidam de seus entes que já partiram... mas só depois deles conseguirem fundos para esse funeral, o que pode leva
r meses.Enquanto isso, o cara que já passou desta para uma (quem sabe) melhor, é envolto em um pano, e mantido assim até o dia de seu funeral.
Após essa "mumificação" ele é levado até uma caverna e deixado lá na entrada, sempre "olhando" para fora, ao lado de outros que estão na mesma situção que ele.
Tudo isso para evitar o contato com os bichos da terra e apodrecem mais lentamente que o normal.
Dai penso eu: Não seria mais facil abrir uma cova, e simplesmente deixar que eles "descansem" em paz como o resto do mundo faz?
Bem, talvez isso seja significativo, pois uma tribo indigena chinesa também adora deixar a galera pendurada... eu imagino que isso seja um pouco trabalhoso, mas como tradição é tradição, minha opinião não deva contar muito.
Beijos, abraços e até quinta!
Sem fontes... informações picadas. Quase não há informações a respeito deles.
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