Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O modo mais eficiente de: Pedir um aumento
– Em primeiro lugar, eu acho que a gente tem de abrir um novo departamento de televisão. E acho que sou a pessoa que deve ser encarregada de cuidar dele.
– Um novo departamento? – diz o chefe – Muito bem, tem minha aprovação. Está criado.
– Em segundo lugar, acho que mereço um aumento.
– E eu acho que você já recebeu uma recompensa de bom tamanho. Não sejamos gananciosos.
(Veja o vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=5dmnkS0e7uo )
A cena acima, extraída do seriado Mad Men, mostra um padrão de comportamento que se repete escritórios mundo afora: o chefe pode criar um departamento num estalar de dedos, mas vai torcer o nariz quando o assunto for aumentar o seu salário. Esteja preparado para rebater com argumentos. “Para cada não, retruque com um sim. Se no fim da conversa o chefe tiver dado seis ‘não’, você terá de ter respondido sete ‘sim’”, diz Joel Garfinkle, autor do livro “Get What You are Worth” (“Ganhe o que você vale”). A melhor maneira é apresentar argumentos e fatos concretos, lembrar seus últimos feitos, os problemas que resolveu, mostrando por que merece a promoção. Vale, inclusive, falar sobre os elogios recebidos de outras pessoas. Tal qual a cena do seriado Mad Men, uma maneira eficiente de começar a tal conversa é mostrar seu entusiasmo por crescer no trabalho – pedindo, por exemplo, mais responsabilidades. Se você for realmente bom e seu aumento valer a pena, o chefe não só o dará como terá consciência de que fez um bom negócio. Mas nada de pedir aumento na sexta nem na segunda-feira. “Na segunda o chefe está estressado demais”, diz Garfinkle. “Na sexta, relaxado demais, a ponto de talvez não prestar atenção.”
Acredito que vocês conheçam o Max Gheringer, ele é especialista no mundo corporativo e fez uma série para o fantástico chamada "Emprego de A à Z", abaixo um vídeo sobre o tema.
Na próxima semana: Causar uma boa primeira impressão
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Que jogo é esse que não tem regras???
Foi a esta conclusão que eu cheguei após pesquisar o universo masculino e feminino a respeito do tema “Joguinhos de Conquista”.
Dentre as diversificadas definições para a coisa e seus objetivos, alguns homens descreveram como “atitudes premeditadas para se obter o que se quer sem ter que pedir”, “recuar para despertar interesse”, “testar os limites” e “massagear o ego”.
Nenhum soube explicar em linhas gerais o passo-a-passo do jogo.
Embora mais de 80% tenha admitido fazer joguinho, diante de uma situação em que está na linha do pênalti, tendo a possibilidade de “one night stand” temos uma situação interessante: 70% deles sucumbem... se for pra continuar jogando, jogam depois, mas procuram não perder uma oportunidade que pode ser única. “No final das contas, eu só vou poder avançar até onde a outra pessoa me permitir... não corro o risco de não ter mais” – disse um deles.
“Depois descobri que ela teria dormido comigo de qualquer jeito e não mudaria em nada a atitude dela.... percebi que o joguinho não valeu de nada... nunca mais segurei meus instintos depois disso... pra que?”
Notícia triste, para algumas pessoas que conheço, mas também não é o fim do mundo:
Dentre três perfis desafiadores e interessantes - a tímida, a mais experiente e a desencanada – a primeira só teve UM voto... A justificativa: “Tímidas me levam a crer que são menos experientes”... Ficaram divididos entre a desencanada e a experiente!
Do lado feminino, os resultados me enlouqueceram na elaboração de uma conclusão!
Pô mulherada! Facilita aí... É tudo “depende... depende da situação... ahhhh depende do jogo”
Mais de 95% admitiu fazer joguinho
Destes, 70% só joga se rolar um interesse maior, tipo algo sério
Agora, as definições e justificativas... só me levam a crer que: mulheres possuem infinitas necessidades e homens possuem duas: sexo ou conexão... não que uma anule a outra!
Voltando à cabeça das mulheres.... Algumas demonstraram necessidade de ser conquistadas... a todo momento e admitem jogar em toda e qualquer situação. Suprir o ego!
Outras tem a necessidade de “dominar a situação”... Ego?
Agora, a resposta mais “bem louca” que ouvi foi “Mulher GOSTA de passar vontade!!! É MEMU???
A minoria que declarou não fazer joguinho, se divide em dois grupos.
Um é enfático: é ou não é. Este perfil prefere o cara desencanado. O tímido perde porque é lerdo e o experiente porque é arrogante... E o desencanado vai corresponder sem irritar!!!
O outro grupo oscila: bate no peito pra dizer que não joga, mas no decorrer das perguntas, escorrega... e admite que em algum momento acaba entrando.
Homens e mulheres foram unânimes em uma coisa: NINGUÉM SOUBE RESPONDER PRA QUE SERVEM OS JOGUINHOS.
E se é jogo, tem que ter regras! Ninguém soube estabelecer regras.
Mais subjetivo impossível!
Então, se algum de vocês se habilita, se arrisca.... dê o seu palpite porque essa pesquisa foi super divertida, mas só me deixou ainda mais confusa sobre o comportamento humano...
E depois tem gente que vem me falar que esse meu lance de falar de caos e filosofia é coisa de louco! Gente! Olha isso!!! Agimos sem saber pra quê!!!!
Alguém me ajuda! Acho que Nietzsche enlouqueceu tentando entender esse tipo de coisa!
Bom sábado a todos, obrigada aos que responderam, mesmo que eu os tenha desapontado nos resultados!!!!
E pensem!
Porque eu não quero ser a única a queimar os neurônios aqui!!!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Projeto Catavento
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A arte de estar com o outro
Essas artes têm que ser aprendidas juntas, simultaneamente; elas são inseparáveis. Esteja com as pessoas, não inconscientemente, mas bem conscientemente. Relacione-se com as pessoas como se você estivesse cantando uma canção, como se você estivesse tocando numa flauta; cada pessoa precisa ser pensada como um instrumento musical. Respeite-as, ame-as e adore-as, porque cada pessoa é uma face oculta do divino.
Portanto seja bem cuidadoso, bem atento. Lembre-se do que você está dizendo; lembre-se do que você está fazendo. Pequenas coisas bastam para destruir relacionamentos, e pequenas coisas tornam relacionamentos tão belos. Às vezes basta um sorriso, e o coração do outro se abre para você; às vezes basta um olhar errado em seus olhos, e o outro se fecha - é um fenômeno delicado. Pense nisso como uma arte: assim como o pintor é muito vigilante do que ele está fazendo na tela, cada simples traço irá fazer muita diferença. Um pintor verdadeiro pode mudar toda a pintura apenas com um simples traço.
A vida tem que ser aprendida como uma arte: muito cuidadosamente, bem deliberadamente. Assim, o relacionamento com os outros precisa se tornar um espelho: veja o que você está fazendo, como você está fazendo isso e o que está acontecendo. Que está acontecendo ao outro? Você está tornando a vida dele mais miserável? Você está provocando sofrimento nele? Você está criando um inferno para ele? Então retire-se. Mude suas maneiras. Embeleze a vida ao seu redor. Deixe que cada pessoa sinta que o encontro com você é uma dádiva: apenas por estar com você algo começa a fluir, a crescer, algumas canções começam a surgir no coração, algumas flores começam a se abrir. E quando você estiver sozinho, então sente-se totalmente em silêncio, absolutamente em silêncio, e observe a si mesmo. Assim como o pássaro tem duas asas, deixe amor e meditação serem suas duas asas. Crie uma sincronicidade entre eles, assim eles não estarão de maneira alguma em conflito um com o outro, mas cuidando um do outro, alimentando um ao outro, auxiliando um ao outro. Esse vai ser o seu caminho: a síntese entre amor e meditação.
Um grande beijo a todos... Joy
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O modo mais eficiente de: Ser criativo
Há milhares de livros que se propõem a libertar o seu eu criativo. Um excepcional resumo da parte boa de todos eles foi feito pelo artista e escritor americano Austin Kleon, num post em seu blog (que vai virar livro em 2013). São dez tópicos, aqui ligeiramente adaptados:
+ Roube como um artista. O artista honesto confessa que suas ideias não são exatamente originais. Identifique as coisas de que gosta, colecione-as. Se o trabalho de alguém é impressionante, veja o trabalho das pessoas que o influenciaram.
+ Não espere saber quem você é para fazer coisas. Você já está pronto. O medo é natural.
+ Escreva o livro que você quer ler. Não faça o produto que você sabe fazer, faça o que gostaria de ter.
+ Use as mãos. Você é o seu corpo inteiro. Use-o.
+ Faça projetos extras, tenha hobbies.
+ Faça um trabalho bom, e ponha-o onde os outros possam vê-lo.
+ A geografia não nos domina. Conecte-se com gente de todo lado.
+ Seja legal (o mundo é uma cidade pequena).
+ Seja careta (é o único jeito de o trabalho ser feito). Ser criativo demanda energia. Não a desperdice com outras coisas.
+ Criatividade é subtração. O foco é não apenas prestar atenção no que se quer, mas deixar de fora o que não se escolheu.
Para ilustrar o post, um vídeo que uma colega de trabalho compartilhou comigo:
Na próxima semana: Pedir um aumento
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Quando a lembrança vem....
A gente sabe que algo foi bacana quando as lembranças daquele momento retornam sem pedir licença!
Há quem se desespere com essas coisas e, no afã de encontrar um conceito em que aquilo caiba, sentencia: “Preciso parar com isso, preciso me afastar... não faz sentido” ou “Vai dar merda!!”
Acha que só porque está pensando naquilo, aquilo tem que ter um significado atribuído... E nem sempre é assim!
Geeente... Slow down!!!
Quando a lembrança vier, deixa chegar, pô!!! Revive tudo outra vez sem medo e sem querer... Sem querer nada... Sem querer colocar ou tirar da tua vida. Porque na verdade, se passou é porque já está de alguma forma nela!
É tão gostoso caminhar e sorrir à toa...
E se dali pra frente você vai ou não voltar a ler aquele sorriso, é outra história! Se vai cheirar ou não quele travesseiro, ninguém sabe!
Não se cobre, não cobre da vida, não coloque deadlines...
Muitos dizem que você tem que lutar pelo seu grande amor!
Sempre que ouço algo do tipo, me vem imediatamente na cabeça uma imagem de filme tipo 300, Coração Valente, El Cid...
Pô... Lutar?
Batalhas são tão sofridas, tão dolorosas, tão sangrentas...
Lutar pra que?
E se de repente nem é amor?
E se de repente isso é só um nome que você deu para uma sequência de lembranças de momentos que te tomaram?
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Mais uma mensagem...
Enquanto isso, fiquem com mais uma mensagem importante nesta nossa vida virtual...
bjs e um ótimo final de semana para todos!
