Eu não poderia deixar de escrever sobre o Carnaval, mas na 4ª de cinzas eu estava tão "acabada" que não conseguiria, nem com mil tentativas escrever meu nome.
O Carnaval, pra mim, é indiscutivelmente a melhor e mais importante festa popular brasileira.Mundial.Existem pessoas que torcem o nariz, que "rezam" para esses poucos dias passarem muito rápido para elas voltarem para suas deliciosas rotinas.Eu não rezo para isso.Vivo intensamente cada segundo, e ainda queria ser 2, para assistir aos desfiles pela TV e ainda pular o carnaval na rua.Mas como não sou 2, escolho a rua, claro.
Todo ano eu vou para o mesmo lugar: Cananéia.Ainda escuto pessoas dizerem o seguinte: DE NOVO?!? VAI PARA OUTRO LUGAR!!! como se eu fosse uma pessoa limitadérrima, que não viajasse mais para lugar nenhum.E eu, sempre fingindo ter uma paciência absurda, respondo: Carnaval e Reveillon sempre Cananéia, não troco por nada.
Gentem, diversão garantida, lugar seguro, família, praia maravilhosa, amigos, por que cargas d'água eu trocaria a diversão garantida pelo novo, pelo desconhecido, exatamente no período do ano que mais amo, e que não posso errar, senão vou ter que esperar mais um ano para acertar os eixos.E conviva com a frustração nesse período...
Tenho uma amiga que todo feriado embala a mesma ladainha: ADORO FERIADO EM SP, A CIDADE FICA UMA DELÍCIA.
Também acho maravilhoso um carro a menos nas estradas. O importante é: 5 dias fora de SP, praia sossegada ( Boqueirão Sul, Ilha Comprida), curtição toda noite, participar do Bloco das Virgens ( com direito a ter o troféu de melhor fantasia sendo entregue ao meu namorado, fantasiado de Dilma) e virar tequila com a galera, tem carnaval melhor?
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
I LOVE CANANÉIA, AGORA, MAIS DO QUE NUNCA
Nesse último feriado fui pra Cananéia.Até ai, nada de novo não é verdade?
Mas sim, houve algo de novo.Vou para Cananéia desde que nasci, porém nunca tinha feito passeios por lá.Sempre fico na casa da minha vó e vou pra praia.A noite pracinha, baladinha e só.
Dessa vez, combinamos ( eu, minhas irmãs, o Claudio e o Fernando ) de fazer um passeio: ir para A Vila desabitada de Ararapira ( ou vila fantasma como preferem alguns) e para o famoso Marujá.
Bem, fomos nós todos na voadeira ZORRO, juntamente como piloteiro Rogério, que nos levou diretamente para um ponto no meio da baía dos golfinhos, onde existem bancos de areia, e reunem-se os pssaros, sei lá se pra conversar sobre a vida, ou para ficar de olho nos peixes que eles vão caçar.Fantástico, ou como diria o Fernando: "muito legal".Lindo é a palavra para descrever a paisagem.Quando estava lá, me vinha na mente as paisagens que passam no Globo Repórter, aquelas paisagens inacessíveis, remotas, que poucas pessoas conhecem...
Depois disso fomos para um ponto na baía para ver GOLFINHOS.Ai nem preciso me derreter para falar que foi show! Muitos golfinhos pulando de lá pra cá...Tão fofos!
Seguindo viagem, depois de uns 50 minutos tomando vento e sol no Zorro, chegamos na Vila de Ararapira.Não vou entrar em detalhes.Deixo os comentários para a Rita escrever amanhã.
Depois foi só seguir 5 minutinhos para a Ilha do Cardoso, e chegar no núcleo Marujá, uma Vila de Pescadores típica e de verdade.Não é igual PIPA, ou outras vilas que se descaracterizaram e hoje são vilinhas para receber turistas gringos, que nem imaginam que uma vila de pescadores é como o Marujá, que não tem luz elétrica ( funciona até determinada hora do dia um gerador), não tem nada além de casas de pescadores, alguns pouquissimos restaurantes bem simplesinhos, pousadas também simplérrimas, um camping e ao redor de tudo isso uma natureza incrível de intocada e muita, mas muita mutuca, bicho, inseto e tudo que te pica.
Eu não tinha expectativa nenhuma sobre o Marujá, mas mesmo assim me surpreendi ao ver que o lugar é talvez até mágico, acho que ele não fica nesse mundo.Ou a gente atravessou um portal e entramos naquele pedaço do paraíso, ou a gente adormeceu no barco, viajamos no plano astral para esse lugar e depois acordamos.
As paisagens que vimos durante todo o caminho são de cair o queixo.Digo isso por que conheço algumas poucas paisagens em outros estados, e digo com toda firmesa que mesmo na Bahia não vi paisagem tão intocada e bonita também.Digo isso talvez por que Cananéia, pra mim, é um lugar que envolve coração.Lá eu ando descalça, como bem, fico com minha vó, durmo na praia, faço coisas simples, que me forçam a ser eu mesma em tempo integral. Fora tudo que já vivi por lá ...Faz muito parte da minha história.
O que eu desejo, do fundo do meu coração é o seguinte: que as leis ambientais sempre sejam bem rígidas, que o IBAMA e órgãos competentes fiscalizem com rigor as APAS ( Aérea de Proteção Ambiental) e que esse expremo sul de São Paulo e o extremo norte do Paraná continuem assim, bem característicos, bem rústicos, com seus povoados de pescadores, mar rico em fauna e flora, que os golfinhos continuem se reproduzindo e que meus filhos e que sabe netos possam ver a mesma paisagem que me encantou no último domingo.
AS FOTOS, FICO DEVENDO...
Mas sim, houve algo de novo.Vou para Cananéia desde que nasci, porém nunca tinha feito passeios por lá.Sempre fico na casa da minha vó e vou pra praia.A noite pracinha, baladinha e só.
Dessa vez, combinamos ( eu, minhas irmãs, o Claudio e o Fernando ) de fazer um passeio: ir para A Vila desabitada de Ararapira ( ou vila fantasma como preferem alguns) e para o famoso Marujá.
Bem, fomos nós todos na voadeira ZORRO, juntamente como piloteiro Rogério, que nos levou diretamente para um ponto no meio da baía dos golfinhos, onde existem bancos de areia, e reunem-se os pssaros, sei lá se pra conversar sobre a vida, ou para ficar de olho nos peixes que eles vão caçar.Fantástico, ou como diria o Fernando: "muito legal".Lindo é a palavra para descrever a paisagem.Quando estava lá, me vinha na mente as paisagens que passam no Globo Repórter, aquelas paisagens inacessíveis, remotas, que poucas pessoas conhecem...
Depois disso fomos para um ponto na baía para ver GOLFINHOS.Ai nem preciso me derreter para falar que foi show! Muitos golfinhos pulando de lá pra cá...Tão fofos!
Seguindo viagem, depois de uns 50 minutos tomando vento e sol no Zorro, chegamos na Vila de Ararapira.Não vou entrar em detalhes.Deixo os comentários para a Rita escrever amanhã.
Depois foi só seguir 5 minutinhos para a Ilha do Cardoso, e chegar no núcleo Marujá, uma Vila de Pescadores típica e de verdade.Não é igual PIPA, ou outras vilas que se descaracterizaram e hoje são vilinhas para receber turistas gringos, que nem imaginam que uma vila de pescadores é como o Marujá, que não tem luz elétrica ( funciona até determinada hora do dia um gerador), não tem nada além de casas de pescadores, alguns pouquissimos restaurantes bem simplesinhos, pousadas também simplérrimas, um camping e ao redor de tudo isso uma natureza incrível de intocada e muita, mas muita mutuca, bicho, inseto e tudo que te pica.
Eu não tinha expectativa nenhuma sobre o Marujá, mas mesmo assim me surpreendi ao ver que o lugar é talvez até mágico, acho que ele não fica nesse mundo.Ou a gente atravessou um portal e entramos naquele pedaço do paraíso, ou a gente adormeceu no barco, viajamos no plano astral para esse lugar e depois acordamos.
As paisagens que vimos durante todo o caminho são de cair o queixo.Digo isso por que conheço algumas poucas paisagens em outros estados, e digo com toda firmesa que mesmo na Bahia não vi paisagem tão intocada e bonita também.Digo isso talvez por que Cananéia, pra mim, é um lugar que envolve coração.Lá eu ando descalça, como bem, fico com minha vó, durmo na praia, faço coisas simples, que me forçam a ser eu mesma em tempo integral. Fora tudo que já vivi por lá ...Faz muito parte da minha história.
O que eu desejo, do fundo do meu coração é o seguinte: que as leis ambientais sempre sejam bem rígidas, que o IBAMA e órgãos competentes fiscalizem com rigor as APAS ( Aérea de Proteção Ambiental) e que esse expremo sul de São Paulo e o extremo norte do Paraná continuem assim, bem característicos, bem rústicos, com seus povoados de pescadores, mar rico em fauna e flora, que os golfinhos continuem se reproduzindo e que meus filhos e que sabe netos possam ver a mesma paisagem que me encantou no último domingo.
AS FOTOS, FICO DEVENDO...
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