"Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia o verbo a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar.."
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
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sexta-feira, 5 de julho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Saudade
Sinto falta dele aqui.
Exatos 4.171km nos separam (o google me contou).
Incrível como em pouco tempo a existência dele ganhou tanto significado.
"Tomara
Que você volte depressa..." (Vinícius de Morais)
"Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler…” (Martha Medeiros)
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Deu saudade
Não foi de alguém foi de mim.
Senti falta da moça que eu era, tão cheia de vida e poesia!
A vida as vezes nos mostra uns lados mais escuros e a gente acaba deixando os sonhos um pouco de lado, vai se conformando com algumas coisas, ficando mais cética, deixando o lado cor-de-rosa pra lá, ficando realista demais.
Me afastei um pouco de quem eu era, mas foi temporário. Afinal a nossa essência é a mesma, pode estar escondida num canto, mas está lá, só esperando pra ser abraçada novamente.
Meu olho voltou a brilhar como antes, um bocadinho por dia me sinto mais viva, mais inspirada, mais radiante.
Todo mundo tem problemas, e eu não sou diferente. Mas escolho cuidar deles de outra forma, com outro olhar.
Uma vez uma tia querida disse que a palavra da minha vida era ENTUSIASMO, que etimológicamente significa "deus dentro". Prometo nunca abandonar.
Um raio de sol chegou até mim e me pediu pra espalhar ele por aí.
Que os dias ensolarados continuem.
Senti falta da moça que eu era, tão cheia de vida e poesia!
A vida as vezes nos mostra uns lados mais escuros e a gente acaba deixando os sonhos um pouco de lado, vai se conformando com algumas coisas, ficando mais cética, deixando o lado cor-de-rosa pra lá, ficando realista demais.
Me afastei um pouco de quem eu era, mas foi temporário. Afinal a nossa essência é a mesma, pode estar escondida num canto, mas está lá, só esperando pra ser abraçada novamente.
Meu olho voltou a brilhar como antes, um bocadinho por dia me sinto mais viva, mais inspirada, mais radiante.
Todo mundo tem problemas, e eu não sou diferente. Mas escolho cuidar deles de outra forma, com outro olhar.
Uma vez uma tia querida disse que a palavra da minha vida era ENTUSIASMO, que etimológicamente significa "deus dentro". Prometo nunca abandonar.
Um raio de sol chegou até mim e me pediu pra espalhar ele por aí.
Que os dias ensolarados continuem.
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domingo, 2 de outubro de 2011
Por trás da cortina
Quando todo aquele sentimento que um dia foi seu alicerce se mostra fraco;
E todos os seus projetos se resumem a uma página em branco,
E as cores que um dia invadiram sa vida se resumem aa cinza,
Ainda assim existe vida!
Quando a certeza vira dúvida,
Quando o amor vira amizade,
O sonho vira passado
A vida à frente se mostra...
E vem chegando de maneira tímida como aquela garota apaixonada em segredo, que olha seu amado da janela, escondida atrás da cortina...
E pede para que ele a observe, para que ele a ame, para que ele a deixe fazê-lo feliz como nunca antes...
E se declara, dizendo que sempre o amou em segredo e sempre esperou uma chance...
E se fez linda e de braços abertos para escrever o primeiro capítulo de uma nova hstória....
E todos os seus projetos se resumem a uma página em branco,
E as cores que um dia invadiram sa vida se resumem aa cinza,
Ainda assim existe vida!
Quando a certeza vira dúvida,
Quando o amor vira amizade,
O sonho vira passado
A vida à frente se mostra...
E vem chegando de maneira tímida como aquela garota apaixonada em segredo, que olha seu amado da janela, escondida atrás da cortina...
E pede para que ele a observe, para que ele a ame, para que ele a deixe fazê-lo feliz como nunca antes...
E se declara, dizendo que sempre o amou em segredo e sempre esperou uma chance...
E se fez linda e de braços abertos para escrever o primeiro capítulo de uma nova hstória....
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
A dor que doi mais.
... Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é? Morrer é um cliche.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é? Morrer é um cliche.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
(Pedro Bial)
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Saudades
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos.
Dóem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer"
Texto de Martha Medeiros, jornalista e escritora de crônicas e poesias. Conheço ela a quase a uma semana. Quem me apresentou foi o Junior. Amigo, que me acompanhou na 21º Bienal do Livro São Paulo.
Blog pessoal
E por hora, sinto saudades do nascer do sol e da tranquilidade São Tomé das Letras
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos.
Dóem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer"
Texto de Martha Medeiros, jornalista e escritora de crônicas e poesias. Conheço ela a quase a uma semana. Quem me apresentou foi o Junior. Amigo, que me acompanhou na 21º Bienal do Livro São Paulo.
Blog pessoal
E por hora, sinto saudades do nascer do sol e da tranquilidade São Tomé das Letras
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Do inicio a saudade, passando por algumas emoções
"Um poeta se revela através do desembaraço longo, enorme
e pensando com todos os sentidos. Todas as formas de amor,
sofrimento e loucura; ele procura a si próprio
Ele chega ao desconhecido e, quando ele, imponete, acabaria de perder entendimento de suas visões, ele realmente as vê. Mesmo se for destruído no seu voo extasiado através das coisas nunca vistas e indizíveis"
Artur Rimbaud - Livro Cartas de um Vidente - 1871
Rimbaud, Fante, Kerouac, Bukowski, Baudelare, Jim Morrison, Marcelo Rubens Paiva, Clarah Averbuck, Reinaldo Moraes, Snoop... eles fazem parte da minha biblioteca pessoal (na foto, parte dela) e também de varias citações que, por minha pessoa, vão ser feitas por aqui
_____________________________________________________________________
http://www.youtube.com/watch?v=HN-ku0X12gA&feature=related
" I know, nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win ... "
Aerosmith - Dream On
Fato 1: Não esperava pelo que vi. Fato 2: Chorei. Fato 3: Melhor show do mês
(Detalhes, deixo pro Thiago)
____________________________________________________________________
Pois " 0 que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte "
Charles Bukowski
Mamãe no domingo (sim, ontem) fez mais um aninho de vida. Sim, ela fez.
Pois independente da onde as pessoas acreditem que ela esteja, para a minha pessoa, ela continua viva. Presente como força, alegria, paciência, coragem e um pouco de beleza dentro do meu coração
e pensando com todos os sentidos. Todas as formas de amor,
sofrimento e loucura; ele procura a si próprio
Ele chega ao desconhecido e, quando ele, imponete, acabaria de perder entendimento de suas visões, ele realmente as vê. Mesmo se for destruído no seu voo extasiado através das coisas nunca vistas e indizíveis"
Artur Rimbaud - Livro Cartas de um Vidente - 1871
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http://www.youtube.com/watch?v=HN-ku0X12gA&feature=related
" I know, nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win ... "
Aerosmith - Dream On
Fato 1: Não esperava pelo que vi. Fato 2: Chorei. Fato 3: Melhor show do mês
(Detalhes, deixo pro Thiago)
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Pois " 0 que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte "
Charles Bukowski
Mamãe no domingo (sim, ontem) fez mais um aninho de vida. Sim, ela fez.
Pois independente da onde as pessoas acreditem que ela esteja, para a minha pessoa, ela continua viva. Presente como força, alegria, paciência, coragem e um pouco de beleza dentro do meu coração
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