Se você ainda não conhece, precisa conhecer!
O Um Que Tenha é um blog com um acervo gigantesco de música (especialmente material que não se acha mais em CD).
O Um Que Tenha tem caráter estritamente cultural. O propósito é divulgar a música e os artistas brasileiros e difundir o prazer de ouvi-los, sem que isso resulte em ônus ou benefício financeiro direto ou indireto para ninguém.
Se você baixar algum arquivo e gostar do que ouviu, sugerimos que adquira o álbum em lojas ou sites especializados, caso não esteja fora de catálogo. Se não for possível encontrá-lo, recorra aos bons e velhos sebos.
A única forma para o UQT voltar no dia em que completaria 7 anos foi através de torrent, portanto SEMEIE SEMPRE. TODOS os que utilizam o UQT têm a obrigação de semear. Esse é o espírito da coisa, o espírito da internet e o espírito dos adeptos do acesso livre à cultura. Isso se chama cooperação! Se você baixou, deixe semeando até pelo menos duas vezes o tamanho dele. Essa é a sua contribuição para a comunidade, para que outras pessoas também tenham acesso a este arquivo (fonte: site Making Off).
E bora conhecer bons artistas :)
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
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domingo, 28 de abril de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Meu barato é com a música!
Cheguei a conclusão de que meu barato não é com a dança, mas com a música.
A dança é só um instrumento que me ajuda a "viver" a música. É a música que me toma por inteira que me faz viajar e entrar em outra vibração. Com a música eu simplesmente sinto, não tento controlar ou adivinhar o próximo acorde, apenas ouço o que a música tem a me dizer mesmo que não utilize nenhuma palavra pra isso. A dança leva a música para outro patamar, me coloca dentro, vivendo cada batida, cada alternância de ritmo, cada sopro... A dança me coloca dentro da música.
A dança é só um instrumento que me ajuda a "viver" a música. É a música que me toma por inteira que me faz viajar e entrar em outra vibração. Com a música eu simplesmente sinto, não tento controlar ou adivinhar o próximo acorde, apenas ouço o que a música tem a me dizer mesmo que não utilize nenhuma palavra pra isso. A dança leva a música para outro patamar, me coloca dentro, vivendo cada batida, cada alternância de ritmo, cada sopro... A dança me coloca dentro da música.
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domingo, 20 de maio de 2012
Música ;) Rubem Alves
"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes". (Rubem Alves)
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domingo, 15 de abril de 2012
Música
A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.
É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espetáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.
É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espetáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.
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domingo, 21 de agosto de 2011
Antonia Adnet
A violonista, arranjadora, compositora e cantora Antonia Adnet começou na carreira musical muito cedo, ainda criança. Participou, como vocalista, da gravação de diversos discos, como os do programa infantil “TV Colosso” (Rede Globo) e de artistas como Simony, Emílio Santiago, Angélica, Tateando, Rádio Maluca do Zezuca e Lisa Ono. Atuou também em gravações de jingles publicitários.
Mais tarde, já adolescente, teve aulas de violão e teoria musical com a professora Celia Vaz e esteve à frente de algumas bandas, participando de festivais como o FestiValda e o III Festival de MPB do Clube Militar, com canções próprias premiadas.
Em 2003 ingressou na UNI-Rio, no curso de bacharelado em arranjo (música popular), teve aulas de violão solo e violão de 7 cordas com o professor Luiz Otávio Braga e formou o grupo “Gandharvas”, para tocar a obra do compositor Moacir Santos, sob orientação do professor Roberto Gnattali. Com a ajuda de seu pai, Mario Adnet, Antonia adaptou alguns arranjos do disco “Ouro Negro” (produção de Mario Adnet e Zé Nogueira) para a formação do grupo, fazendo shows na própria Universidade, no Teatro do Jockey e no Armazém Digital do Leblon, este com a presença de Moacir.
Em 2005 passou a fazer parte da banda da cantora Roberta Sá e fez, durante este ano e o seguinte, os shows da turnê de lançamento do disco “Braseiro” no Brasil e no exterior. E nos anos de 2007 e 2008 continuou na turnê do segundo disco da cantora; “Que belo estranho dia pra se ter alegria”.
Gravou como violonista nos discos de Mario Adnet – “Mvsica”, “Tem Boogie Woogie no Samba” e “Jobim Jazz”, no disco de Muiza Adnet – “As Canções de Moacir Santos” e no segundo disco de Roberta Sá – “Que belo estranho dia pra se ter alegria”.
Participou ao violão dos shows “Homenagem a Tom Jobim” no Teatro Alpha e Credicard Hall (SP) e no Claro Hall (RJ) ao lado de Ney Matogrosso, Zé Renato, Roberta Sá e Zizi Possi, além de orquestra de câmara. Participou também do concerto “Jobim Sinfônico” em dezembro de 2006 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a Orquestra Sinfônica Brasileira, tocando violão de 7 cordas.
Atualmente, já formada no curso superior da UNI-Rio, faz aulas de canto com o preparador vocal Felipe Abreu e participa da turnê do DVD/CD ao vivo da cantora Roberta Sá; “Pra Se Ter Alegria”.
Confira a entrevista e o site da cantora.
Fotos
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Apareci!
Ola!Parece que as quartas-feiras ainda são minhas...rsrsrs.Gente, meu trabalho está super corrido, e quando chego em casa mal consigo colocar minhas coisas em ordem.Parece mentira, mas é assim mesmo, mal consigo sentar pra escrever algo.
Apesar de meu tema ser VIAGEM E TURISMO, estou aqui, sentada em frente à TV assistindo A LIGA, tema:FUNK.
Apesar de a gente saber que julgar os outros é fácil, e nada justo, é super complicado você assistir algo que existe à rodo por ai, a galera gosta, aprova. As entrevistas com os MCsd são as melhores:justiricativas à mil para justificar a apologia que fazem ao crime, ao porte de arma, ao uso de drogas, etc. Por que é pobre, porque nasceu na miséria, por que isso, por que aquilo...
É triste ver que muitas vezes pessoas talentosas e até carismáticas utilizam seu poder de atingir a massa pra pregar violência, ódio e vulgarização da relação homem-mulher.O batidão é algo realmente muito bom,contgiante.Minha crítica fica restrita às letras e ao comportamento "é bonito ser feio" da grande maioria dos ""artistas" que representam o tal do Funk...
Quando for ao Rio, fica á dica: LAPA- bairro boêmio, que mostra a verdadeira múscia carioca.
Apesar de meu tema ser VIAGEM E TURISMO, estou aqui, sentada em frente à TV assistindo A LIGA, tema:FUNK.
Apesar de a gente saber que julgar os outros é fácil, e nada justo, é super complicado você assistir algo que existe à rodo por ai, a galera gosta, aprova. As entrevistas com os MCsd são as melhores:justiricativas à mil para justificar a apologia que fazem ao crime, ao porte de arma, ao uso de drogas, etc. Por que é pobre, porque nasceu na miséria, por que isso, por que aquilo...
É triste ver que muitas vezes pessoas talentosas e até carismáticas utilizam seu poder de atingir a massa pra pregar violência, ódio e vulgarização da relação homem-mulher.O batidão é algo realmente muito bom,contgiante.Minha crítica fica restrita às letras e ao comportamento "é bonito ser feio" da grande maioria dos ""artistas" que representam o tal do Funk...
Quando for ao Rio, fica á dica: LAPA- bairro boêmio, que mostra a verdadeira múscia carioca.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ahá-uhú: É DIFERENCIADO!
Ainda na polêmica do público diferenciado, vinha eu no 7545 João XXIII - Praça Ramos, após uma agradabilíssima tarde em companhia da minha família na Zona Oeste de São Paulo, numa sexta à noite de volta aos meus aposentos no Centro quando uma um grupo de moças muito pouco vestidas para o frio da noite, e com urticárias nas cordas vocais entrou com seus celulares frenéticos e acabou com minhas esperanças de sossego durante os próximos 45 minutos...
A fulana que deu a entrevista que originou o termo "público diferenciado" nos termos em que vem sendo usado, fez com que se criasse em torno dele uma atmosfera negativa, quando no meu entender, "diferenciado" sempre trouxe um significado positivo.
Diferenciada sou eu, que não importuno ninguém com meu som, que sei que ninguém é obrigado a gostar de rock'n roll e muito menos a ouvir o que eu estiver ouvindo no MEU aparelho de MP1, 2, 3 ou 4!
Uma delas ainda falou pra quem quisesse ouvir que estava indo pro Carioca Club! Ah vá! Pela altura do som em seus celulares acho que ia rolar um duelo com os músicos de lá.
Rockeiros tem fama de baderneiros, marginais, viciados e tudo o que é de ruim... mas eu (infelizmente) nunca encontrei ninguém ouvindo Led Zeppelin e seu celular sem fone!
Mas então só porque elas são sem educação e frequentam o Carioca, todas as pessoas que ouvirem o mesmo tipo de música e frequentarem o tal clube então são sem educação também? Duvido. Toda tribo tem seu lado bom e seu lado ruim. E gosto... é gosto, fazer o que?
Mas a educação... pô, na minha época, era mãozinha pra trás. Falou muito alto, fez escândalo, tapa na boca! Ahhhh... e quando minha mãe só dava aquele olhar de "em casa a gente conversa..." uau... era torturante! Cresci revoltada? Não! Agora essa geração... Não vou falar nada senão vão achar que estou incitando a violência! Mas são aquelas crianças que davam com a cabeça no chão no meio do shopping e que a mãe vinha arrastando pelo braço ... cresceram sem limites agora saem sem roupa no frio só pra contrariar a mãe que deve dizer "leva a blusa"!
Mas voltando ao som!
Soube de uma mocinha que, super gatinha, discreta, que certa vez, estava na estação de trem, cansaaaada a coitadinha, quando um jovem sentou ao seu lado e ligou o celular num funk daqueles bem violentos! O imbecil certamente estava tentando impressionar. E conseguiu: negativamente, claro. Ela torceu o bico, bufou, mas nada fez com que ele se tocasse. Então ela começou a peidar! Quando ele sentiu o fedô, começou a procurar em volta, olhou pra um lado, pro outro, o sapato... até que ela disse "tá bom pra você assim? Eu aguento o teu som e você aguenta os meus peidos!". O cara olhou indignado, falou "dá licença mano!" e saiu!
Adoreeeeeeeeeiiiiiii!!!!
Acho que a gente devia começar uma campanha: "fones ou peidos" ou "Fones ou Travessuras"
Então... vamos celebrar as diferenças?
Mas vamos respeitar o espaço comum!
Enquanto o som tocava e as meninas falavam feito gralhas no cio, eu pensava "falta de educação devia ser crime... "
Devia... mas pensando a fundo... como será a família dessas meninas?
Fatalmente seus pais e avós também não tiveram educação, não aprenderam a fundo o que é uma sociedade, uma comunidade... e o que elas vão ensinar aos seus filhos?
Quem é que tem que ser preso? O sem educação que incomoda muita gente no coletivo ou os caras que não andam em coletivos e que deveriam prover educação?
A fulana que deu a entrevista que originou o termo "público diferenciado" nos termos em que vem sendo usado, fez com que se criasse em torno dele uma atmosfera negativa, quando no meu entender, "diferenciado" sempre trouxe um significado positivo.
Diferenciada sou eu, que não importuno ninguém com meu som, que sei que ninguém é obrigado a gostar de rock'n roll e muito menos a ouvir o que eu estiver ouvindo no MEU aparelho de MP1, 2, 3 ou 4!
Uma delas ainda falou pra quem quisesse ouvir que estava indo pro Carioca Club! Ah vá! Pela altura do som em seus celulares acho que ia rolar um duelo com os músicos de lá.
Rockeiros tem fama de baderneiros, marginais, viciados e tudo o que é de ruim... mas eu (infelizmente) nunca encontrei ninguém ouvindo Led Zeppelin e seu celular sem fone!
Mas então só porque elas são sem educação e frequentam o Carioca, todas as pessoas que ouvirem o mesmo tipo de música e frequentarem o tal clube então são sem educação também? Duvido. Toda tribo tem seu lado bom e seu lado ruim. E gosto... é gosto, fazer o que?
Mas a educação... pô, na minha época, era mãozinha pra trás. Falou muito alto, fez escândalo, tapa na boca! Ahhhh... e quando minha mãe só dava aquele olhar de "em casa a gente conversa..." uau... era torturante! Cresci revoltada? Não! Agora essa geração... Não vou falar nada senão vão achar que estou incitando a violência! Mas são aquelas crianças que davam com a cabeça no chão no meio do shopping e que a mãe vinha arrastando pelo braço ... cresceram sem limites agora saem sem roupa no frio só pra contrariar a mãe que deve dizer "leva a blusa"!
Mas voltando ao som!
Soube de uma mocinha que, super gatinha, discreta, que certa vez, estava na estação de trem, cansaaaada a coitadinha, quando um jovem sentou ao seu lado e ligou o celular num funk daqueles bem violentos! O imbecil certamente estava tentando impressionar. E conseguiu: negativamente, claro. Ela torceu o bico, bufou, mas nada fez com que ele se tocasse. Então ela começou a peidar! Quando ele sentiu o fedô, começou a procurar em volta, olhou pra um lado, pro outro, o sapato... até que ela disse "tá bom pra você assim? Eu aguento o teu som e você aguenta os meus peidos!". O cara olhou indignado, falou "dá licença mano!" e saiu!
Adoreeeeeeeeeiiiiiii!!!!
Acho que a gente devia começar uma campanha: "fones ou peidos" ou "Fones ou Travessuras"
Então... vamos celebrar as diferenças?
Mas vamos respeitar o espaço comum!
Enquanto o som tocava e as meninas falavam feito gralhas no cio, eu pensava "falta de educação devia ser crime... "
Devia... mas pensando a fundo... como será a família dessas meninas?
Fatalmente seus pais e avós também não tiveram educação, não aprenderam a fundo o que é uma sociedade, uma comunidade... e o que elas vão ensinar aos seus filhos?
Quem é que tem que ser preso? O sem educação que incomoda muita gente no coletivo ou os caras que não andam em coletivos e que deveriam prover educação?
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Que anda nas cabeças, anda nas bocas
Anda nas cabeças e nas bocas? Algum tipo de maquiagem?
Não! É ele:
Chico Buarque? Aaaaaaaaaa ....
A maioria das pessooas sabe que na materia de andar, estar na cabeça, na boca, no ritmo e no coração, o músico que também é dramartugo, e referência obrigatória em qualquer citação à música brasileira dos anos 60 pra cá é uma situação praticamente normal.
Normal? Como assim?
Tenho certeza que você, caro amigo leitor, já deve ter ouvido falar ou visto alguma banda, grupo de teatro, pessoa ... que já fez algum tipo de trabalho que envolvia algo do Chico Buarque.
Quer saber o que eu conheço? (com links)
Por algumas semanas, a banda Inimigos do HP esta fazendo uma temporada no Tom Jazz apresentando músicas do disco "Meus Caros Amigos" do Chico Buarque.
Inimigos do HP? Como assim?
Nascida em 1999, eles gostam de "tirar um samba"
Link exemplo: (abra sem medo e preconceito)
Perai? Isso é pagode
Sim, você acertou!
Fiz uma pequena pesquisa no meu Facebook perguntando:
- Se você tivesse R$ 60,00 (valor cobrado pelo couvert artístico)
1) Com certeza ia
2) Só se ganhasse (grátis)
3) Inimigos do HP? Nem fud*!
Resultado: http://migre.me/4bDDj
Pelo que percebemos, a maioria do pessoa desaprova o Inimigos do HP estar no Tom Jazz fazendo esse show. Quando eu fiquei sabendo dessa temporada eu fiquei completamente arrasada. Como assim eles?
Mas depois que eu vi o vídeo, vi eles arrumadinhos e tratando a música do Chico como um bem precioso, comecei a ver de outra forma.
Por alguns instantes comecei a pensar " Será que essa não pode ser a possibilidade de que, esses músicos se incentivem a levar a música que faz parte da história do Brasil para um lugar onde a cerveja, a paquera, o " beijo, me liga", e a possibilidades praticas e rápidas? "
Uma coisa puxa a outra, como o Chico Buarque puxa Vinicius de Moraes, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil ... "Será que depois das pessoas se envolverem com o Chico, elas busquem a conhecer quem também fez música como ele nos anos passados?"
Será uma esperança para o fim dos celulares tocando música alta no trem da CPTM?
Será que estou "viajando na maionese"
Será que será?
Clique e veja o resultado
(A "pecinha" aqui não conseguiu colocar os videos. Só os links. Problemas)
Não! É ele:
A maioria das pessooas sabe que na materia de andar, estar na cabeça, na boca, no ritmo e no coração, o músico que também é dramartugo, e referência obrigatória em qualquer citação à música brasileira dos anos 60 pra cá é uma situação praticamente normal.
Normal? Como assim?
Tenho certeza que você, caro amigo leitor, já deve ter ouvido falar ou visto alguma banda, grupo de teatro, pessoa ... que já fez algum tipo de trabalho que envolvia algo do Chico Buarque.
Quer saber o que eu conheço? (com links)
- Banda - Seu Chico
- Musical (teatro show) - Toadas para João e Maria
- Bar - Roda Viva
- Livro - Essa História Está Diferente - Organização de Ronaldo Bressane
- Cantora - Mônica Salmaso & Pau Brasil
Por algumas semanas, a banda Inimigos do HP esta fazendo uma temporada no Tom Jazz apresentando músicas do disco "Meus Caros Amigos" do Chico Buarque.
Inimigos do HP? Como assim?
Nascida em 1999, eles gostam de "tirar um samba"
Link exemplo: (abra sem medo e preconceito)
Perai? Isso é pagode
Sim, você acertou!
Fiz uma pequena pesquisa no meu Facebook perguntando:
- Se você tivesse R$ 60,00 (valor cobrado pelo couvert artístico)
1) Com certeza ia
2) Só se ganhasse (grátis)
3) Inimigos do HP? Nem fud*!
Resultado: http://migre.me/4bDDj
Pelo que percebemos, a maioria do pessoa desaprova o Inimigos do HP estar no Tom Jazz fazendo esse show. Quando eu fiquei sabendo dessa temporada eu fiquei completamente arrasada. Como assim eles?
Mas depois que eu vi o vídeo, vi eles arrumadinhos e tratando a música do Chico como um bem precioso, comecei a ver de outra forma.
Por alguns instantes comecei a pensar " Será que essa não pode ser a possibilidade de que, esses músicos se incentivem a levar a música que faz parte da história do Brasil para um lugar onde a cerveja, a paquera, o " beijo, me liga", e a possibilidades praticas e rápidas? "
Uma coisa puxa a outra, como o Chico Buarque puxa Vinicius de Moraes, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil ... "Será que depois das pessoas se envolverem com o Chico, elas busquem a conhecer quem também fez música como ele nos anos passados?"
Será uma esperança para o fim dos celulares tocando música alta no trem da CPTM?
Será que estou "viajando na maionese"
Será que será?
Clique e veja o resultado
(A "pecinha" aqui não conseguiu colocar os videos. Só os links. Problemas)
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domingo, 13 de março de 2011
Feitiço do Villa
Eu vou juntar
Chopinho com Chopin
Não importa o amanhã
Hoje eu só quero Bach
Vou misturar
Cartola com Ravel
Villa-Lobos com Noel
Pra ver que bicho dá
Eu vou provar
Que batuta batuca
Que fagote no pagode
Pode dar um bafafá
Se Noel Rosa
É um clássico nato
Villa-Lobos é de fato
Um artista popular
Hoje tudo é fantasia
Hoje tudo é ilusão
E na folia
Clara Nunes, quem diria
Canta em duo com Bidu Sayão
Nosso bloco desfila
Com magia quase sobrenatural
Que legal
É o Feitiço do Villa
Encantando de alegria o carnaval
(Voz: Edu Krieger e soprano Mirna Rubim. Violinos: Gustavo Menezes e Éder Paulozzi. Viola:Ivan Zandonade. Violoncelo: Marcus Ribeiro. Flauta: Bebel Nicioli. Oboé: Carlos Prazeres. Trompa: Eduardo Almeida Prado. Clarineta: José Batista Jr. Fagote: Débora Nascimento.)
Essa é a proposta do "Bloco feitiço do Villa" que quer democratizar a música Erudita:
Um grupo de músicos, produtores e empreendedores culturais que amam a música clássica e também gostam de carnaval (ou vice-versa).
Decidiram organizar o bloco Feitiço do Villa porque, em 2011, o 5 de março, Dia Nacional da Música Clássica, caía um um sábado de carnaval.
Twitter: @feiticodovilla e Blog
Chopinho com Chopin
Não importa o amanhã
Hoje eu só quero Bach
Vou misturar
Cartola com Ravel
Villa-Lobos com Noel
Pra ver que bicho dá
Eu vou provar
Que batuta batuca
Que fagote no pagode
Pode dar um bafafá
Se Noel Rosa
É um clássico nato
Villa-Lobos é de fato
Um artista popular
Hoje tudo é fantasia
Hoje tudo é ilusão
E na folia
Clara Nunes, quem diria
Canta em duo com Bidu Sayão
Nosso bloco desfila
Com magia quase sobrenatural
Que legal
É o Feitiço do Villa
Encantando de alegria o carnaval
(Voz: Edu Krieger e soprano Mirna Rubim. Violinos: Gustavo Menezes e Éder Paulozzi. Viola:Ivan Zandonade. Violoncelo: Marcus Ribeiro. Flauta: Bebel Nicioli. Oboé: Carlos Prazeres. Trompa: Eduardo Almeida Prado. Clarineta: José Batista Jr. Fagote: Débora Nascimento.)
Essa é a proposta do "Bloco feitiço do Villa" que quer democratizar a música Erudita:
Um grupo de músicos, produtores e empreendedores culturais que amam a música clássica e também gostam de carnaval (ou vice-versa).
Decidiram organizar o bloco Feitiço do Villa porque, em 2011, o 5 de março, Dia Nacional da Música Clássica, caía um um sábado de carnaval.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Arte, Literatura e o que mais vier na telha
Eu não sabia exatamente sobre o que escrever... não que isso faça muita diferença, mas sempre há algo interessante.
"Não que isso faça alguma diferença!"
Essa frase virou jargão no hotel depois que eu contei trechos de "O Estrangeiro" de Albert Camus.
O personagem principal começa a sair com uma garota... é legal, eles se curtem e tals, rola o que tem que rolar, daí num dado momento ela pergunta "Você me ama?"
E ele responde "Não que isso faça alguma diferença, mas acho que não!"
Este livro e o Conde de Monte Cristo fizeram com que eu revisse meus pré-conceitos de "não gosto de romances" - leia-se romance = estorinhas de mentirinha...
O livro, por mais que eu saiba que a coisa não aconteceu, me dá coisas, perturba mas faz sentido... porque pode haver pessoas assim. Estão erradas?
Não. É ponto de vista!
Mas choca. Tudo o que foge do senso comum choca!
E acho que esse conceito se aplica à arte também!
Qual o critério usado pra classificar algo como arte?
uma criança de 5 anos é classificada como artista e suas telas são vendidas por verdadeiras fortunas... não lembro onde li isso, mas lembro que vi na foto a criança com as mãos todas lambuzadas de tinta e as telas que pareciam ter sido bombardeadas por um time de paintball.
Romero Britto cria um Smile com braços e aplica mais cores e vira a coqueluche do momento. Comercial, relativamene fácil de se copiar, mas é arte... ok! Assim dizem!
E o cara que criou o Smile? É considerado um artista?
Estou levantando estas questões as nem eu mesma tenho as respostas. Contradigo-me o tempo todo! Acho que a pintura é o mais difícil de classificar!
Teatro e música eu não questiono muito. Mas será que deveria?
Estando de acordo ou não com aquilo que eu considero de bom gosto, o cara aprendeu a ler as notas musicais e traduzir sua visão de mundo através delas. Vejam vem, eu estou falando daqueles que FAZEM música, não dos adolescentezinhos que aprenderam a tocar Nirvana e só tocam isso E Extreme sentados nas calçadas das vilas! Em tempo: adoro Extreme!
E o teatro, nem me fale! Sair da realidade por um instante e se dar a chance de entrar num universo lúdico, totalmente à parte, é algo que considero lindo! Trazer isso a publico é mais lindo ainda!
Mas e o Clodovil? Vocês lembram quando o finado colocou cinta liga e salto alto e lançou uma peça?
Arte? Faça-me o favor!
Aí eu volto um pouco pra filosofia... a tendência do ser humano é buscar um sentido para a vida. Então os que tem suas religiosidades, encontram suas bases ali...
Opa, perdi o fio da meada... graças ao jornal que exibiu a entrevista de uma mulher no foco da dengue que dizia algo em torno da água que estava "cheia de MICÓBRIO"
MICÓBRIO DE QUÊ??? Ai... divaguei! Tô tão lerda hoje!
Aiai... Eu falava que o sentido da vida...
Se você considerar que a vida acaba, e pautar a sua vida, ou seja, o processo, no resultado que quer obter ao final, tá perdido! Se lá no fim não houver nada, já era, dançou!
Então tem gente que procura na arte, respostas para o terror da existência!
Porque eles tem medo de existir pra nada!
Mas se voltarmos lá em cima "Não que isso faça alguma diferença"
Católico, evangélico, budista ou ateu, tenho lá minhas convicções de que estamos todos no mesmo barco... e que realmente não faz a menoooor diferença!
Mas os artistas seguem tentando explicar o mundo através de linguagens não verbais.
Será que é isso ou será que eu já estou com sono!
Acho que é o item dois...
Normalmente consigo conduzir melhor um pensamento, mas hoje, trabalhando em meio a britadeiras e lixadeiras... acho que meus neurônios estão meio debilitados!
Amanhã é mais um dia! Não que isso faça alguma diferença mas eu vou trabalhar!!!
E se algum artista ou intelectual da área estiver lendo isto, não se ofenda! E ignorância pura! Ajuda a gente aí!
De repente eu sou uma artista aí e não sei!
Então, bom final de semana a todos e que a gente se questione sempre mais!
"Não que isso faça alguma diferença!"
Essa frase virou jargão no hotel depois que eu contei trechos de "O Estrangeiro" de Albert Camus.
O personagem principal começa a sair com uma garota... é legal, eles se curtem e tals, rola o que tem que rolar, daí num dado momento ela pergunta "Você me ama?"
E ele responde "Não que isso faça alguma diferença, mas acho que não!"
Este livro e o Conde de Monte Cristo fizeram com que eu revisse meus pré-conceitos de "não gosto de romances" - leia-se romance = estorinhas de mentirinha...
O livro, por mais que eu saiba que a coisa não aconteceu, me dá coisas, perturba mas faz sentido... porque pode haver pessoas assim. Estão erradas?
Não. É ponto de vista!
Mas choca. Tudo o que foge do senso comum choca!
E acho que esse conceito se aplica à arte também!
Qual o critério usado pra classificar algo como arte?
uma criança de 5 anos é classificada como artista e suas telas são vendidas por verdadeiras fortunas... não lembro onde li isso, mas lembro que vi na foto a criança com as mãos todas lambuzadas de tinta e as telas que pareciam ter sido bombardeadas por um time de paintball.
Romero Britto cria um Smile com braços e aplica mais cores e vira a coqueluche do momento. Comercial, relativamene fácil de se copiar, mas é arte... ok! Assim dizem!
E o cara que criou o Smile? É considerado um artista?
Estou levantando estas questões as nem eu mesma tenho as respostas. Contradigo-me o tempo todo! Acho que a pintura é o mais difícil de classificar!
Teatro e música eu não questiono muito. Mas será que deveria?
Estando de acordo ou não com aquilo que eu considero de bom gosto, o cara aprendeu a ler as notas musicais e traduzir sua visão de mundo através delas. Vejam vem, eu estou falando daqueles que FAZEM música, não dos adolescentezinhos que aprenderam a tocar Nirvana e só tocam isso E Extreme sentados nas calçadas das vilas! Em tempo: adoro Extreme!
E o teatro, nem me fale! Sair da realidade por um instante e se dar a chance de entrar num universo lúdico, totalmente à parte, é algo que considero lindo! Trazer isso a publico é mais lindo ainda!
Mas e o Clodovil? Vocês lembram quando o finado colocou cinta liga e salto alto e lançou uma peça?
Arte? Faça-me o favor!
Aí eu volto um pouco pra filosofia... a tendência do ser humano é buscar um sentido para a vida. Então os que tem suas religiosidades, encontram suas bases ali...
Opa, perdi o fio da meada... graças ao jornal que exibiu a entrevista de uma mulher no foco da dengue que dizia algo em torno da água que estava "cheia de MICÓBRIO"
MICÓBRIO DE QUÊ??? Ai... divaguei! Tô tão lerda hoje!
Aiai... Eu falava que o sentido da vida...
Se você considerar que a vida acaba, e pautar a sua vida, ou seja, o processo, no resultado que quer obter ao final, tá perdido! Se lá no fim não houver nada, já era, dançou!
Então tem gente que procura na arte, respostas para o terror da existência!
Porque eles tem medo de existir pra nada!
Mas se voltarmos lá em cima "Não que isso faça alguma diferença"
Católico, evangélico, budista ou ateu, tenho lá minhas convicções de que estamos todos no mesmo barco... e que realmente não faz a menoooor diferença!
Mas os artistas seguem tentando explicar o mundo através de linguagens não verbais.
Será que é isso ou será que eu já estou com sono!
Acho que é o item dois...
Normalmente consigo conduzir melhor um pensamento, mas hoje, trabalhando em meio a britadeiras e lixadeiras... acho que meus neurônios estão meio debilitados!
Amanhã é mais um dia! Não que isso faça alguma diferença mas eu vou trabalhar!!!
E se algum artista ou intelectual da área estiver lendo isto, não se ofenda! E ignorância pura! Ajuda a gente aí!
De repente eu sou uma artista aí e não sei!
Então, bom final de semana a todos e que a gente se questione sempre mais!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Dez músicas... dez sensações!
Nietzsche tinha uma paixão pela música. A música às vezes diz muito sem precisar das palavras!
Como não sou perita nesta área, só sei dizer que muitas vezes a música parece quase me comandar.
Ao ouvir certas músicas, tenho vontade de fazer certas coisas, tipo:
ACDC - Jailbreak - tenho vontade de sair olhando no olho de todo mundo do tipo "Vai encarar?"
Midnight Oil - Forgoten years - gritar de braços abertos no topo do prédio mais alto!
Pink Floyd - The Wall- assistir o filme e em determinados momentos quebrar tudo!
The Who - Pinball Wizard - brincar de air guitar e olhar a cara de bobo dos outros!
Supertramp - Logical Song - Dançar um pseudo-balé, derrubando todos os objetos ao redor com movimentos desengonçados de braços e pernas descontroladas!
Deep Purple - Burn: Correr, correr, correr!
David Bowie - Ziggy Stardust - Caminhar no ritmo da música, batendo palma, pegando as pessoas pelo ombro e contando a história do tal Ziggy!
The Doors - The End: Deixar no chão, olhar as estrelas, fechar os olhos e esperar o fim!
Eric Clapton - Tears in Heaven - Chorar
Todo e qualquer tipo de Funk - Desaparecer!
Sorry aos funkeiros!!!
E fica a dica: façam sua própria lista!
Pra quê?
Sei lá, pra ocupar seu ócio!
Bom sábado e domingo a todos!
Como não sou perita nesta área, só sei dizer que muitas vezes a música parece quase me comandar.
Ao ouvir certas músicas, tenho vontade de fazer certas coisas, tipo:
ACDC - Jailbreak - tenho vontade de sair olhando no olho de todo mundo do tipo "Vai encarar?"
Midnight Oil - Forgoten years - gritar de braços abertos no topo do prédio mais alto!
Pink Floyd - The Wall- assistir o filme e em determinados momentos quebrar tudo!
The Who - Pinball Wizard - brincar de air guitar e olhar a cara de bobo dos outros!
Supertramp - Logical Song - Dançar um pseudo-balé, derrubando todos os objetos ao redor com movimentos desengonçados de braços e pernas descontroladas!
Deep Purple - Burn: Correr, correr, correr!
David Bowie - Ziggy Stardust - Caminhar no ritmo da música, batendo palma, pegando as pessoas pelo ombro e contando a história do tal Ziggy!
The Doors - The End: Deixar no chão, olhar as estrelas, fechar os olhos e esperar o fim!
Eric Clapton - Tears in Heaven - Chorar
Todo e qualquer tipo de Funk - Desaparecer!
Sorry aos funkeiros!!!
E fica a dica: façam sua própria lista!
Pra quê?
Sei lá, pra ocupar seu ócio!
Bom sábado e domingo a todos!
domingo, 28 de novembro de 2010
Nova safra da boa música: Adele
Dona de uma voz a La Amy Winehouse, esta inglesa de 22 anos impressiona resgatando o soul e o funk dos anos 60. Quer uma amostra? O novo single "Rolling in the deep" está fantástico:
Adele se prepara agora para lançar seu 2˚ álbum em Janeiro de 2011, e já figura entre os grandes nomes da música feminina atual. Ela já ganhou dois Grammys (melhor nova artista e melhor performance vocal pop feminino).
A voz da moça é do tipo que consegue chegar fundo na gente, transmitindo todo o sentimento das canções. Além de trazer ótimas letras e arranjos, Adele ainda conta com um coral gospel em algumas de suas músicas, o que é também uma das grandes influências do novo albúm.
Uma das minhas músicas favoritas tem sido "Best for last" (O melhor para o Final)
Adoro quando ela canta: "I make you feel a way; You've never felt before..."
Outra ótima é Daydreamer: "He is a real lover / Makin' up the past / And feeling up his girl / Like he's never felt / Her figure before / A jaw dropper / Looks good / When he walks / He is the subject of their talk / He would be hard to chase / But good to catch / And he could change the world / With his hands"
Para quem quiser conhecer mais o trabalho da moça, vale dar um pulo no canal do Youtube: Adele
Adele se prepara agora para lançar seu 2˚ álbum em Janeiro de 2011, e já figura entre os grandes nomes da música feminina atual. Ela já ganhou dois Grammys (melhor nova artista e melhor performance vocal pop feminino).
A voz da moça é do tipo que consegue chegar fundo na gente, transmitindo todo o sentimento das canções. Além de trazer ótimas letras e arranjos, Adele ainda conta com um coral gospel em algumas de suas músicas, o que é também uma das grandes influências do novo albúm.
Uma das minhas músicas favoritas tem sido "Best for last" (O melhor para o Final)
Adoro quando ela canta: "I make you feel a way; You've never felt before..."
Outra ótima é Daydreamer: "He is a real lover / Makin' up the past / And feeling up his girl / Like he's never felt / Her figure before / A jaw dropper / Looks good / When he walks / He is the subject of their talk / He would be hard to chase / But good to catch / And he could change the world / With his hands"
Para quem quiser conhecer mais o trabalho da moça, vale dar um pulo no canal do Youtube: Adele
domingo, 31 de outubro de 2010
Paco Pigalle
Quem me conhece sabe que não sou de Balada, que troco fácil uma "noitada" por um bar com amigos.
Mas eu estava em BH e com amigos que queriam me mostrar a noite da cidade.
Topei, tinha que ir pegar um avião as 6h da manhã, mas já que estava por lá, vamos ver o que a cidade tinha de bacana...
Fomos ao Paco Pigalle, um lugar que prometia sons de todos os cantos do mundo...
Chegamos lá por volta das 23h30, encaramos uma fila que não andava e que tinha umas 200 pessoas na nossa frente. Andava um pouquinho, parava um pouquinho e nós lá, firmes e fortes.
Deu 01h15 e anunciaram que os ingressos haviam esgotado e tinham apenas 5 pessoas na nossa frente. Desacreditamos e continuámos lá, por volta da 01h30 entramos finalmente. Um amigo mostrou o lugar e encontramos uma área tranquila onde ficamos conversando e dançando.
Como é comum em BH, aquela cidade tem mais mulheres por metro quadrado do que qualquer outra!
E no Paco Pigalle não foi diferente.
Lá dentro tocou absolutamente de TUDO, samba, macarena, musica mexicana, forró, salsa, rock, música eletrônica... atendeu a todos os gostos!
No meio da noite um dançarino espanhol ainda deu um show!
Valeu as 2h horas de fila? Com certeza! Me diverti como não me divertia a muito tempo.
Por tocar vários tipos de música, é impossível enjoar. Cheguei no hotel as 4h da manhã, não dormi quase nada, mas foi ótimo!
Pelo que eu soube o lugar era frequentado por um Público alternativo, mas foi descoberto e hoje abriga todos os públicos.
Se um dia você for a BH e quiser sair, fica a dica, Paco Pigalle.
End: Av. do Contorno, 2314 - Floresta
(31) 3222-4948
Entrada em média R$20
Mas eu estava em BH e com amigos que queriam me mostrar a noite da cidade.
Topei, tinha que ir pegar um avião as 6h da manhã, mas já que estava por lá, vamos ver o que a cidade tinha de bacana...
Fomos ao Paco Pigalle, um lugar que prometia sons de todos os cantos do mundo...
Chegamos lá por volta das 23h30, encaramos uma fila que não andava e que tinha umas 200 pessoas na nossa frente. Andava um pouquinho, parava um pouquinho e nós lá, firmes e fortes.
Deu 01h15 e anunciaram que os ingressos haviam esgotado e tinham apenas 5 pessoas na nossa frente. Desacreditamos e continuámos lá, por volta da 01h30 entramos finalmente. Um amigo mostrou o lugar e encontramos uma área tranquila onde ficamos conversando e dançando.
Como é comum em BH, aquela cidade tem mais mulheres por metro quadrado do que qualquer outra!
E no Paco Pigalle não foi diferente.
Lá dentro tocou absolutamente de TUDO, samba, macarena, musica mexicana, forró, salsa, rock, música eletrônica... atendeu a todos os gostos!
No meio da noite um dançarino espanhol ainda deu um show!
Valeu as 2h horas de fila? Com certeza! Me diverti como não me divertia a muito tempo.
Por tocar vários tipos de música, é impossível enjoar. Cheguei no hotel as 4h da manhã, não dormi quase nada, mas foi ótimo!
Pelo que eu soube o lugar era frequentado por um Público alternativo, mas foi descoberto e hoje abriga todos os públicos.
Se um dia você for a BH e quiser sair, fica a dica, Paco Pigalle.
End: Av. do Contorno, 2314 - Floresta
(31) 3222-4948
Entrada em média R$20
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domingo,
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Noite,
Paco Pigalle
sábado, 2 de outubro de 2010
Tempo de eleições...
Amanhã, é dia de votar!
Mas não vamos deixar que a depressão e a angústia de ter o Tirirca e o Netinho nos represetando nos tire a esperança de que vida inteligente ainda habite nosso Brasil! Um dia... depois de um acidente nuclear, talvez...
Então, vamos falar de amenidades... vamos falar das baratas que sobreviveriam a este hipotético acidente nuclear... ou de como a música contribui para o tratamento daqueles doentes graves, tipo meio vegetais...
E por falar em música, Belle and Sebastian virá ao Brasil e isso sim é uma notícia boa!
Espero que o mundo não acabe até lá!
Já contei meu caso de amor com Belle and Sebastian?
Vou contar:
Tenho trauma de volante. Odeio dirigir, mas, enfim, consigo botar um veículo automotor em movimento e atingir um destino. A duras penas, mas consigo!
Estava eu a caminho da casa de vovó, enquanto seu lobo não vem.
Pescoço, braço, antebraço... tudo duro. Tenso.
Vamos então ouvir uma música pra relaxar.
Ao mesmo tempo em que carro desenvolvia um movimento sinuoso que acompanhava o vai-e-vem do seletor do radinho enquanto eu procurava um som, os demais motoristas se enfureciam do lado de fora e eu ficava ainda mais tensa!
Depois de um buzinaço, desisti de sintonizar o rádio.
Andei mais um tempo ouvindo aquele chuvisco porque não tinha mais coragem de tirar a mão do volante nem pra desligar o rádio. Nem pra mudar de marcha. Que meu pai não leia isto, mas fui um bom pedaço em segundinha, esgoelando o Uno vermelho-tomate, único veículo da família!
Quando todos me ultrapassaram e eu estava só na avenida, finalmente me senti segura para tentar achar a rádio.
Até que... puta saco! Outro carro apareceu!
Bati a mão no seletor de qualquer jeito e caiu numa rádio qualquer.
E de repente tudo mudou!
Tudo ficou leve, ou como diria Vanusa, "Risonho e límpido"!
De repente já não era tão difícil.
Quando vi, já estava no portão da casa da vovozinha. Encostei e fiquei ali, besta, esperando a voz do locutor me dizer de quem era aquela música que eu nunca tinha ouvido e que tinha mexido tanto comigo!
A canção era "The Boy With The Arab Strap" e a banda... Belle and Sebastian. Até hoje não saquei muito bem certas coisas dessa música, como por exemplo o que significa o tal garoto com o treco árabe que é citado na letra, mas no caso dessa canção em especial, a melodia me chamou a atenção, Muito. A sonoridade é simples, nada revolucionário, mas aos meus ouvidos é magia pura!
Bom, no dia seguinte comprei o álbum e daí pra frente... comprei o resto, ouvi tudo... Tudo... pra sempre!
Confesso que não virei uma intelectual no assunto. Até hoje me confundo com os nomes dos integrantes da banda! Mas, independentemente de qualquer coisa eles passaram, naquele momento, a tocar a trilha sonora da minha vida!
E digo isto porque, de alguma forma, sempre pintava uma canção que se encaixava com o que estava acontecendo comigo.
No dia em que comprei o segundo CD da minha coleção, o "Dear Catastrophe Waitress", meu ex terminou comigo. Cheguei em casa num estado meio letárgico, sem entender direito o que eu estava sentindo, porque eu supunha que deveria estar muito mal. E não estava. Não entendia. Não me entendia.
Botei o cd pra rolar e fui ... fui... sei lá, fui sentar, pensar, tentar me entender. Acendi um cigarro e corri os olhos pelas letras, fui buscar um café quando ouvi num ritmo bem tranquilo, quase narrado, uma das vozes femininas da banda cantando: "since you went away, everything is looking great".
Na noite anterior eu ouvira um dos singles que dizia "I'm waking up to us - we're a disaster"
Então eu me entendi. Eu estava me sentindo mal por não estar me sentindo mal! Deu pra sacar? Coisa de mulher!
Ouvi o cd até o fim. E daí fiquei bem!
Durante minha fase mais individualista, eu ouvia "I don't Love anyone" e "Mary Jo"
E quando saí pela primeira vez com meu amor, comprei uma coletânea dupla de Belle and Sebastian, que fiz questão de esquecer no carro (como pretexto, claro!). No caminho, enquanto ouvíamos, uma das músicas dizia pra mim "LOVE it's coming back, it's coming back, it's coming back". Mais uma vez eles tinham acertado!
Por causa de Belle and Sebastian eu descobri que Tom Sawyer não era apenas a música do Rush, mas também um livro de Mark Twain, li O Apanhador no Campo de Centeio pra ter certeza de que... bom, li a porra do livro. Além disso, descobri diversas releituras da filosofia que até então eu achava que conhecia. E teve Dostoiévski. Desse aí eu ainda não tive coragem de ler mais um livro!
Então... É bom, não é? Esse lance de flutuar, viajar numa canção, sentir que os caras estão catando pra você, ou cantando a sua vida... isso é muito louco!
Musicalmente, eles não fizeram história e nem revolucionaram porra nenhuma.
Mas a minha vida... essa eles marcaram. E por isso pra mim eles estarão sempre lá em cima no ranking!
Dei voltas e voltas e voltas pra tocar os pés no chão novamente e lembrar que as eleições estão aí.
Minha vida, minha história, eu mudei muito durante e depois de Belle and Sebastian.
Quem sabe o Brasileiro não muda durante e depois de Tiririca e Netinho.
Que Deus nos ilumine amanhã (se ele já não tiver cometido o suicídio até lá)
Mas não vamos deixar que a depressão e a angústia de ter o Tirirca e o Netinho nos represetando nos tire a esperança de que vida inteligente ainda habite nosso Brasil! Um dia... depois de um acidente nuclear, talvez...
Então, vamos falar de amenidades... vamos falar das baratas que sobreviveriam a este hipotético acidente nuclear... ou de como a música contribui para o tratamento daqueles doentes graves, tipo meio vegetais...
E por falar em música, Belle and Sebastian virá ao Brasil e isso sim é uma notícia boa!
Espero que o mundo não acabe até lá!
Já contei meu caso de amor com Belle and Sebastian?
Vou contar:
Tenho trauma de volante. Odeio dirigir, mas, enfim, consigo botar um veículo automotor em movimento e atingir um destino. A duras penas, mas consigo!
Estava eu a caminho da casa de vovó, enquanto seu lobo não vem.
Pescoço, braço, antebraço... tudo duro. Tenso.
Vamos então ouvir uma música pra relaxar.
Ao mesmo tempo em que carro desenvolvia um movimento sinuoso que acompanhava o vai-e-vem do seletor do radinho enquanto eu procurava um som, os demais motoristas se enfureciam do lado de fora e eu ficava ainda mais tensa!
Depois de um buzinaço, desisti de sintonizar o rádio.
Andei mais um tempo ouvindo aquele chuvisco porque não tinha mais coragem de tirar a mão do volante nem pra desligar o rádio. Nem pra mudar de marcha. Que meu pai não leia isto, mas fui um bom pedaço em segundinha, esgoelando o Uno vermelho-tomate, único veículo da família!
Quando todos me ultrapassaram e eu estava só na avenida, finalmente me senti segura para tentar achar a rádio.
Até que... puta saco! Outro carro apareceu!
Bati a mão no seletor de qualquer jeito e caiu numa rádio qualquer.
E de repente tudo mudou!
Tudo ficou leve, ou como diria Vanusa, "Risonho e límpido"!
De repente já não era tão difícil.
Quando vi, já estava no portão da casa da vovozinha. Encostei e fiquei ali, besta, esperando a voz do locutor me dizer de quem era aquela música que eu nunca tinha ouvido e que tinha mexido tanto comigo!
A canção era "The Boy With The Arab Strap" e a banda... Belle and Sebastian. Até hoje não saquei muito bem certas coisas dessa música, como por exemplo o que significa o tal garoto com o treco árabe que é citado na letra, mas no caso dessa canção em especial, a melodia me chamou a atenção, Muito. A sonoridade é simples, nada revolucionário, mas aos meus ouvidos é magia pura!
Bom, no dia seguinte comprei o álbum e daí pra frente... comprei o resto, ouvi tudo... Tudo... pra sempre!
Confesso que não virei uma intelectual no assunto. Até hoje me confundo com os nomes dos integrantes da banda! Mas, independentemente de qualquer coisa eles passaram, naquele momento, a tocar a trilha sonora da minha vida!
E digo isto porque, de alguma forma, sempre pintava uma canção que se encaixava com o que estava acontecendo comigo.
No dia em que comprei o segundo CD da minha coleção, o "Dear Catastrophe Waitress", meu ex terminou comigo. Cheguei em casa num estado meio letárgico, sem entender direito o que eu estava sentindo, porque eu supunha que deveria estar muito mal. E não estava. Não entendia. Não me entendia.
Botei o cd pra rolar e fui ... fui... sei lá, fui sentar, pensar, tentar me entender. Acendi um cigarro e corri os olhos pelas letras, fui buscar um café quando ouvi num ritmo bem tranquilo, quase narrado, uma das vozes femininas da banda cantando: "since you went away, everything is looking great".
Na noite anterior eu ouvira um dos singles que dizia "I'm waking up to us - we're a disaster"
Então eu me entendi. Eu estava me sentindo mal por não estar me sentindo mal! Deu pra sacar? Coisa de mulher!
Ouvi o cd até o fim. E daí fiquei bem!
Durante minha fase mais individualista, eu ouvia "I don't Love anyone" e "Mary Jo"
E quando saí pela primeira vez com meu amor, comprei uma coletânea dupla de Belle and Sebastian, que fiz questão de esquecer no carro (como pretexto, claro!). No caminho, enquanto ouvíamos, uma das músicas dizia pra mim "LOVE it's coming back, it's coming back, it's coming back". Mais uma vez eles tinham acertado!
Por causa de Belle and Sebastian eu descobri que Tom Sawyer não era apenas a música do Rush, mas também um livro de Mark Twain, li O Apanhador no Campo de Centeio pra ter certeza de que... bom, li a porra do livro. Além disso, descobri diversas releituras da filosofia que até então eu achava que conhecia. E teve Dostoiévski. Desse aí eu ainda não tive coragem de ler mais um livro!
Então... É bom, não é? Esse lance de flutuar, viajar numa canção, sentir que os caras estão catando pra você, ou cantando a sua vida... isso é muito louco!
Musicalmente, eles não fizeram história e nem revolucionaram porra nenhuma.
Mas a minha vida... essa eles marcaram. E por isso pra mim eles estarão sempre lá em cima no ranking!
Dei voltas e voltas e voltas pra tocar os pés no chão novamente e lembrar que as eleições estão aí.
Minha vida, minha história, eu mudei muito durante e depois de Belle and Sebastian.
Quem sabe o Brasileiro não muda durante e depois de Tiririca e Netinho.
Que Deus nos ilumine amanhã (se ele já não tiver cometido o suicídio até lá)
domingo, 12 de setembro de 2010
Hermeto
Sou uma grande fã da boa música, especialmente aquela que consegue me surpreender.
Com o grande Hermeto Pascoal foi assim. O cara é um MONSTRO, em muitos aspectos. Um compositor maluco, no bom sentido, ele é capaz de compor a partir de qualquer coisa. Tudo inspira o cara! De um fio de cabelo até uma ida ao dentista.
Me apaixonei por ele através do documentário "Janela da alma".
Esse vídeo traz um pedacinho do documentário, só o tecladinho "churrascaria porcão" que não faz juz ao Hermeto. Mas é só desconsiderar o tecladinho, que o vídeo é muito bacana.
(Aliás o documentário é ótimo, fala bastante sobre como vemos o mundo, os olhos e os diferentes pontos de vista.)
Numa busca rápida no Youtube você já encontra um bocado de vídeos impressionantes dele. Confesso que foi difícil selecionar só dois para vocês.
Ele teve a oportunidade de tocar com Miles Davis, imagina só o que devia ser esses dois juntos. De fazer qualquer um babar. Aliás a forma como os dois se conheceram (Miles e Hermeto) é muito bacana, para quem ficar curioso é só clickar aqui.
O primeiro vídeo, ele acompanhado de outro monstro, Sivuca:
Como esta música é bem conhecida, se focê for ouvindo e cantarolando, consegue perceber bem os momentos de improvisação. Fica a dica. Aprendi essa com o Daniel Daiben no sala dos professores, o meu programa de rádio favorito.
Dá pra ouvir online aqui o Daniel dá várias dicas sobre Jazz, e como entender melhor esse ritmo tão incrível.
Agora voltando ao Hermeto, o outro vídeo é de uma apresentação que ele fez em tokyo com uma moça, neste o que me impressiona é a sintonia e a harmonia dos dois, eles não falham em nada, estão alinhados o tempo todo.
O vídeo pode cansar um pouco, mas vale muito assistir inteiro e se maravilhar um pouco mais com esse gênio.
Sou também uma grande defensora da cultura por um preço justo. E no começo de outubro, Hermeto vai estar no sesc.
Para quem quiser conferir de perto:
01/10 e 02/10 às 21hs - Sesc Pompéia
de R$5 à R$20
Fica por aqui meu 1˚ post, nos vemos no próximo domingo.
Com o grande Hermeto Pascoal foi assim. O cara é um MONSTRO, em muitos aspectos. Um compositor maluco, no bom sentido, ele é capaz de compor a partir de qualquer coisa. Tudo inspira o cara! De um fio de cabelo até uma ida ao dentista.
Me apaixonei por ele através do documentário "Janela da alma".
Esse vídeo traz um pedacinho do documentário, só o tecladinho "churrascaria porcão" que não faz juz ao Hermeto. Mas é só desconsiderar o tecladinho, que o vídeo é muito bacana.
(Aliás o documentário é ótimo, fala bastante sobre como vemos o mundo, os olhos e os diferentes pontos de vista.)
Numa busca rápida no Youtube você já encontra um bocado de vídeos impressionantes dele. Confesso que foi difícil selecionar só dois para vocês.
Ele teve a oportunidade de tocar com Miles Davis, imagina só o que devia ser esses dois juntos. De fazer qualquer um babar. Aliás a forma como os dois se conheceram (Miles e Hermeto) é muito bacana, para quem ficar curioso é só clickar aqui.
O primeiro vídeo, ele acompanhado de outro monstro, Sivuca:
Como esta música é bem conhecida, se focê for ouvindo e cantarolando, consegue perceber bem os momentos de improvisação. Fica a dica. Aprendi essa com o Daniel Daiben no sala dos professores, o meu programa de rádio favorito.
Dá pra ouvir online aqui o Daniel dá várias dicas sobre Jazz, e como entender melhor esse ritmo tão incrível.
Agora voltando ao Hermeto, o outro vídeo é de uma apresentação que ele fez em tokyo com uma moça, neste o que me impressiona é a sintonia e a harmonia dos dois, eles não falham em nada, estão alinhados o tempo todo.
O vídeo pode cansar um pouco, mas vale muito assistir inteiro e se maravilhar um pouco mais com esse gênio.
Sou também uma grande defensora da cultura por um preço justo. E no começo de outubro, Hermeto vai estar no sesc.
Para quem quiser conferir de perto:
01/10 e 02/10 às 21hs - Sesc Pompéia
de R$5 à R$20
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