À parte minha opinião a respeito de Rogério Ceni como pessoa, é preciso reconhecer que ele conquistou um grande feito no último domingo, ao atingir a marca de 100 gols na carreira. Para um goleiro, isso é praticamente impossível de ser superado. Entretanto, a maior façanha da carreira de Ceni vai além dessa centena de gols. Para a torcida do São Paulo, ele representa um líder dentro e fora de campo. Em vinte anos (com exceção do modesto Sinop, do Mato Grosso, onde começou a carreira), o goleiro artilheiro não sabe o que é vestir outra camisa que não seja a do clube do Morumbi e, em duas copas do mundo, a da Seleção Brasileira. Algo raro e louvável no futebol moderno. Certamente propostas chegaram para tentar seduzir Ceni a deixar o país. É certo, também, que o São Paulo apresentou suas contrapropostas interessantes. Mas o capitão sempre preferiu continuar no clube que o revelou para o futebol. Prestes a encerrar a carreira, Ceni é fortemente cotado para, um dia, ser o presidente do São Paulo. Sempre discreto fora de campo, espera-se que ele possa ter essa postura também como dirigente, se é que terá estômago para isso...
Sete Pessoas. Sete cabeças diferentes. Sete posts na semana sobre diferentes temas. Um bicho de sete cabeças.
terça-feira, 29 de março de 2011
Mais que 100 gols
À parte minha opinião a respeito de Rogério Ceni como pessoa, é preciso reconhecer que ele conquistou um grande feito no último domingo, ao atingir a marca de 100 gols na carreira. Para um goleiro, isso é praticamente impossível de ser superado. Entretanto, a maior façanha da carreira de Ceni vai além dessa centena de gols. Para a torcida do São Paulo, ele representa um líder dentro e fora de campo. Em vinte anos (com exceção do modesto Sinop, do Mato Grosso, onde começou a carreira), o goleiro artilheiro não sabe o que é vestir outra camisa que não seja a do clube do Morumbi e, em duas copas do mundo, a da Seleção Brasileira. Algo raro e louvável no futebol moderno. Certamente propostas chegaram para tentar seduzir Ceni a deixar o país. É certo, também, que o São Paulo apresentou suas contrapropostas interessantes. Mas o capitão sempre preferiu continuar no clube que o revelou para o futebol. Prestes a encerrar a carreira, Ceni é fortemente cotado para, um dia, ser o presidente do São Paulo. Sempre discreto fora de campo, espera-se que ele possa ter essa postura também como dirigente, se é que terá estômago para isso...
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segunda-feira, 28 de março de 2011
A importância de saber a constante de Coulomb
Você sabe qual é a importância da constante de Coulomb? Não? Ok, a 4 anos estou tentando achar essa importância.
Sou estudante universitaria. Enrolada, frustrada, toda enrolada, mas com esperanças de ser engenheira civil.
Daí você me fala: "Nossa, que coragem!", "Nossa, deve ser muito difícil. Vários cálculos", "Nossa, como você é inteligente" ... Eu não sou inteligente. Me considero esforçada em dois aspectos: ser esforçada e paciente.
O esforço é um fato que, na minha opinião, tem que se existir para qualquer objetivo que você deseja. Desde se manter vivo e saudável até conseguir tirar uma boa nota em uma prova de Calculo II. A paciência também, mas isso é para poucos.
Hoje de manhã aconteceu um fato que de certo modo foi marcante.
Em uma aula de Física II o meu professor estava desenvolvendo um exercício onde continha módulos de campo, campo elétrico, Lei de Coulomb, e ... Era 9h40 da manhã e eu estava com um sono danado. A noite anterior foi de pensamentos toscos do que sonho agradável.
Em um certo momento ele se vira para a minha pessoa e pergunta: qual o valor da constante de Coulomb? Pensei, pensei, pensei ... e claro que não me lembrei.
Nem da resposta e nem da página onde havia a resposta.
Fisica II faz parte das matérias que eu não consigo passar. Não é por falta de esforço. Simplesmente empacou.
Como o professor já me conhece a 4 anos, logo já me olhou com aquela cara: "Como assim você não sabe nem aonde esta a resposta? COMO?" Simples: não sabendo. Imagine a minha cara quando ele pede para imaginar uma constante dessas
Mudando de matéria: inglês. Eu também tinha pavor em aprender o verbo to be. Só que dai uma coisa me estimulou (demorou, mas aconteceu):A forma que eu estou aprendendo: em um banquinho, ao ar livre na USP
E aonde a minha pessoa quer chegar nesse "bla bla bla" todo: ao desabafo da minha revolta e ao apelo da reforma na forma de se "dar aula". Será que isso é possível?
Sou estudante universitaria. Enrolada, frustrada, toda enrolada, mas com esperanças de ser engenheira civil.
Daí você me fala: "Nossa, que coragem!", "Nossa, deve ser muito difícil. Vários cálculos", "Nossa, como você é inteligente" ... Eu não sou inteligente. Me considero esforçada em dois aspectos: ser esforçada e paciente.
O esforço é um fato que, na minha opinião, tem que se existir para qualquer objetivo que você deseja. Desde se manter vivo e saudável até conseguir tirar uma boa nota em uma prova de Calculo II. A paciência também, mas isso é para poucos.
Hoje de manhã aconteceu um fato que de certo modo foi marcante.
Em uma aula de Física II o meu professor estava desenvolvendo um exercício onde continha módulos de campo, campo elétrico, Lei de Coulomb, e ... Era 9h40 da manhã e eu estava com um sono danado. A noite anterior foi de pensamentos toscos do que sonho agradável.
Em um certo momento ele se vira para a minha pessoa e pergunta: qual o valor da constante de Coulomb? Pensei, pensei, pensei ... e claro que não me lembrei.
Charles Augustin de Coulomb - Francês, responsavel pela publicação da constante
Nem da resposta e nem da página onde havia a resposta.
Fisica II faz parte das matérias que eu não consigo passar. Não é por falta de esforço. Simplesmente empacou.
Como o professor já me conhece a 4 anos, logo já me olhou com aquela cara: "Como assim você não sabe nem aonde esta a resposta? COMO?" Simples: não sabendo. Imagine a minha cara quando ele pede para imaginar uma constante dessas
Mudando de matéria: inglês. Eu também tinha pavor em aprender o verbo to be. Só que dai uma coisa me estimulou (demorou, mas aconteceu):A forma que eu estou aprendendo: em um banquinho, ao ar livre na USP
E aonde a minha pessoa quer chegar nesse "bla bla bla" todo: ao desabafo da minha revolta e ao apelo da reforma na forma de se "dar aula". Será que isso é possível?
domingo, 27 de março de 2011
Os três nomes do gato.
(Paráfrase de um poema de T. S. Eliot)
Dar nome aos gatos não é tarefa fácil nem fútil.
Muitas vezes quando digo que o gato deve ter
TRÊS NOMES DIFERENTES,
olham-me de novo, julgam-me biruta.
Mas assim é, por mais que estranhem e gozem.
Primeiro o nome corrente, de uso da família,
que pode ser Poetinha, Alípio ou Conceição.
Depois o escolhido de pessoas refinadas
(extravagantes ou mesmo sóbrias),
como Menelau, Polonaise ou Pixinguinha.
Por último o mais íntimo e solitário,
que ele mais necessita para manter o orgulho,
esticar os bigodes, enrodilhar-se na cadeira
ou pular o muro como num vôo retilíneo,
que pode ser Diadorim, Caracóia ou Ana Lívia Plurabelle,
nome
que nenhum outro gato ostenta.
Mas além desses e acima de tudo e de todos
Há um nome especial a preferir
- e esse ninguém nunca saberá.
É o nome que nenhuma pesquisa pode descobrir,
e que só o próprio gato sabe,
e que nunca dirá a ninguém.
Assim
Se você ver um gato em profunda meditação,
Os olhos abertos mas cegos, as unhas em inocente repouso,
a razão é sempre a mesma:
sua mente está ocupada na contemplação de seu profundo
e inescrutável e singular NOME.
Lázaro Barreto
sábado, 26 de março de 2011
Pérolas da hotelaria
Trabalhando em hotelaria a gente ouve pérolas o tempo todo.
Se formos dar a atenção a todas elas, a gente fica louco.
E como Concierge é um pouco pior do que estar na operação, porque o cara passa, vê você sentada e pensa que, ao contrario do resto da equipe de operação, você está ociosa. E não está.
Então ele surge com idéias mirabolantes como conhecer Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro em um final de semana... Fazer bate-e-volta na Amazônia, Ecotour em Sampa numa quarta-feira normal...
Ás vezes me dá um pouco de raiva. Depois muda pra dó, porque eu penso "Se você soubesse o tamanho da asneira que você tá falando, meu amigo..."
E depois eu me sinto um personagem super forte tipo algum herói... ou a Santa Paciência, um espírto de luz!
Isso principalmente quando eu ouço aquela perguntinha "Como é que você aguenta?"
Às vezes respondo a alguma pergunta idiota na maior naturalidade! E nem percebo, mas tem outras que me fazem querer desistir da vida!
Por exemplo:
"Sou vegana mas como peixe! Que restaurante você me recomenda?"
- MEU! VOCÊ É UMA TREMENDA DE UMA FRESCA! VAI COMER CAPIM NA MARGINAL PINHEIROS!
Se um vegano escuta o que esta imbecil está falando...
"Queria passear pela Paulista, mas parece que vai chover e tenho medo de enchente"
- Posso sonseguir um barco em 40 minutos pra senhora.
"Tem apartamento?"
- Não... aqui nós comercializamos pérolas...
"Eu tô procurando um hóspede" (JURA?) "É branco, magro, alto e americano" (Ninguém é obrigado a saber que esse é o perfil de 80% dos business guests em Sampa... respire fundo!)
Agora, tem aquelas internas... Seu colega ao lado atende o telefone da gringa falando:
- Meu apartamento não tem jacuzzi!
- OK, senhora! Envio uma em 5 minutos!
oi? Acho que nem um conierge consegue isso!
E os ataques de riso? Você olha pro cara e vê nitidamente a cara do ET, do Rodolfo e ET... você não pode rir, mas daí ele abre a boca e é... FANHO! E você não pode rir e começa a pensar na tragédia da vida dele, no quanto deve ser difícil ser feio e fanho, respira fundo e se compadece... então seu colega do lado chega e diz "Ih, o cara é gago" Toda a meditação foi por água abaixo!
E os puns?
São tantas, tantas emoções... Mas hoje estou de folga e não pretendo viver isto!
Se formos dar a atenção a todas elas, a gente fica louco.
E como Concierge é um pouco pior do que estar na operação, porque o cara passa, vê você sentada e pensa que, ao contrario do resto da equipe de operação, você está ociosa. E não está.
Então ele surge com idéias mirabolantes como conhecer Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro em um final de semana... Fazer bate-e-volta na Amazônia, Ecotour em Sampa numa quarta-feira normal...
Ás vezes me dá um pouco de raiva. Depois muda pra dó, porque eu penso "Se você soubesse o tamanho da asneira que você tá falando, meu amigo..."
E depois eu me sinto um personagem super forte tipo algum herói... ou a Santa Paciência, um espírto de luz!
Isso principalmente quando eu ouço aquela perguntinha "Como é que você aguenta?"
Às vezes respondo a alguma pergunta idiota na maior naturalidade! E nem percebo, mas tem outras que me fazem querer desistir da vida!
Por exemplo:
"Sou vegana mas como peixe! Que restaurante você me recomenda?"
- MEU! VOCÊ É UMA TREMENDA DE UMA FRESCA! VAI COMER CAPIM NA MARGINAL PINHEIROS!
Se um vegano escuta o que esta imbecil está falando...
"Queria passear pela Paulista, mas parece que vai chover e tenho medo de enchente"
- Posso sonseguir um barco em 40 minutos pra senhora.
"Tem apartamento?"
- Não... aqui nós comercializamos pérolas...
"Eu tô procurando um hóspede" (JURA?) "É branco, magro, alto e americano" (Ninguém é obrigado a saber que esse é o perfil de 80% dos business guests em Sampa... respire fundo!)
Agora, tem aquelas internas... Seu colega ao lado atende o telefone da gringa falando:
- Meu apartamento não tem jacuzzi!
- OK, senhora! Envio uma em 5 minutos!
oi? Acho que nem um conierge consegue isso!
E os ataques de riso? Você olha pro cara e vê nitidamente a cara do ET, do Rodolfo e ET... você não pode rir, mas daí ele abre a boca e é... FANHO! E você não pode rir e começa a pensar na tragédia da vida dele, no quanto deve ser difícil ser feio e fanho, respira fundo e se compadece... então seu colega do lado chega e diz "Ih, o cara é gago" Toda a meditação foi por água abaixo!
E os puns?
São tantas, tantas emoções... Mas hoje estou de folga e não pretendo viver isto!
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sexta-feira, 25 de março de 2011
As obras de arte que a cidade não dá valor...
Sabadão passado eu e o pessoal do SPCultural junto com um guia, fomos fazer uma saída fotográfica pelo centro de São Paulo.
É incrível como passando pelos locais a gente nunca repara nem dá valor para as belezas que existem na nossa cidade. Aí explicação vai, explicação vem, este prédio é tal, este aconteceu isso, e no meio disso tudo o q mais me chamou a atenção foi o Edifício Triângulo. Sempre passava por este edifício na época que eu trabalhava na Praça da Sé, achava bonito, diferente, mas nunca tinha nem sequer reparado direito nele. Nem sabia que era do meu queridíssimo Oscar Niemeyer!!! mas com certeza o q mais nos chamou a atenção foi o mural da fachada... (foto by renata).
É incrível como passando pelos locais a gente nunca repara nem dá valor para as belezas que existem na nossa cidade. Aí explicação vai, explicação vem, este prédio é tal, este aconteceu isso, e no meio disso tudo o q mais me chamou a atenção foi o Edifício Triângulo. Sempre passava por este edifício na época que eu trabalhava na Praça da Sé, achava bonito, diferente, mas nunca tinha nem sequer reparado direito nele. Nem sabia que era do meu queridíssimo Oscar Niemeyer!!! mas com certeza o q mais nos chamou a atenção foi o mural da fachada... (foto by renata).
Di Cavalcanti! Uma verdadeira obra de arte a ceu aberto. Claro q com certeza o q mais nos admirou não foi a obra do Cavalcanti que é bem bacana por sinal, mas com certeza o estado deplorável desta obra. Vcs fazem ideia de quanto custa uma obra deste artista? De como ele é renomeado? De como este mural deveria ser muito bem conservado? Uma obra sem proteção, tendo sido "remendada" e não restaurada, com um suporte de ferro bem no meio do mural, um corrimão... Lamentável.
Aí eu me pergunto: quantas e quantas coisas deste tipo existem espalhadas na cidade? Observaremos...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Ótimo post do Érison, esse é um tema que tem que ficar em evidência sempre, pois a crueldade, principalmente das crianças que são uns anjos, e não mentem ( ah vá...) é capaz que destabilizar uma pessoa pro resto da vida. É muito complicado.Os pais tem que pregar o RESPEITO ao próximo.Não vejo isso, but...
Meu tema de hoje não é esse!Vou falar sobre minha profissão.Sou formada em Turismo, e sou relativamente nova no ramo, tenho entre 5 e 6 anos de trabalho em agência, e já vi muita coisa mudar dentro do ramo.
O que não muda é que nós, consultores de viagens, temos um certo poder sobre nossos clientes no momento em que temos que sugerir algo para eles.Sugerimos o destino,sugerimos o hotel, o tipo de acomodação, enfim, algumas vezes sugerimos até onde eles devem comer.
Como fazer isso se eu não conheço pessoalmente nem 1/1000000 dos destinos mais visitados?Para isso, existe o FAMTOUR (Familiarization tours) consiste em um programa onde os profissionais do Turismo são convidados à conhecer um determinado serviço ( hotel, aéreo, resort, hotel fazenda), para poder vendê-lo mais facilmente.
Como já citei aqui, sou nova no Turismo, portanto ainda não participei de muitos Famtours.
Segue abaixo o que eu já tive o prazer de conhecer ( na faixa).
Navio MSC Música- passei 3 dias em alto mar, aproveitando toda a estrutura de lazer oferecida no cruzeiro.
http://www.msccruzeiros.com.br/flotta/multimedia_ship/infoship.asp?ship_id=120
Hotel Transamérica Comandatuba- O melhor Famtour que já fui.Foram 3 noites nesse lugar maravilhoso, com toda a mordomia que ele oferece, incluido tacadas no campo de golfe.http://www.transamerica.com.br/Default.aspx?pageid=0909A49A9A52A7A52A8
ITC Park Suites- Hotel localizado na Vila Olímpia, São Paulo, ganhei uma diária, sob sorteiro, nesse hotel em um evento da rede Atlantica Hotels.
http://www.atlanticahotels.com.br/atlantica/hoteis/estrutura.asp?Numfuncionalidade=292&NumHotel=43
Hoje ganhei 3 diárias free no Gran Meliá Cancun.Quem diria que eu voltaria, depois de 13 anos, para Cancun?
Para diretores, os convites para Famtours são mais agressivos.Minha diretora já foi nesse "esquema" para: Índia, França,Barcelona, Turquia, entre outros, e no mês que vem para a África do Sul.
Tá bom pra vocês?
Meu tema de hoje não é esse!Vou falar sobre minha profissão.Sou formada em Turismo, e sou relativamente nova no ramo, tenho entre 5 e 6 anos de trabalho em agência, e já vi muita coisa mudar dentro do ramo.
O que não muda é que nós, consultores de viagens, temos um certo poder sobre nossos clientes no momento em que temos que sugerir algo para eles.Sugerimos o destino,sugerimos o hotel, o tipo de acomodação, enfim, algumas vezes sugerimos até onde eles devem comer.
Como fazer isso se eu não conheço pessoalmente nem 1/1000000 dos destinos mais visitados?Para isso, existe o FAMTOUR (Familiarization tours) consiste em um programa onde os profissionais do Turismo são convidados à conhecer um determinado serviço ( hotel, aéreo, resort, hotel fazenda), para poder vendê-lo mais facilmente.
Como já citei aqui, sou nova no Turismo, portanto ainda não participei de muitos Famtours.
Segue abaixo o que eu já tive o prazer de conhecer ( na faixa).
Navio MSC Música- passei 3 dias em alto mar, aproveitando toda a estrutura de lazer oferecida no cruzeiro.
http://www.msccruzeiros.com.br/flotta/multimedia_ship/infoship.asp?ship_id=120
Hotel Transamérica Comandatuba- O melhor Famtour que já fui.Foram 3 noites nesse lugar maravilhoso, com toda a mordomia que ele oferece, incluido tacadas no campo de golfe.http://www.transamerica.com.br/Default.aspx?pageid=0909A49A9A52A7A52A8
ITC Park Suites- Hotel localizado na Vila Olímpia, São Paulo, ganhei uma diária, sob sorteiro, nesse hotel em um evento da rede Atlantica Hotels.
http://www.atlanticahotels.com.br/atlantica/hoteis/estrutura.asp?Numfuncionalidade=292&NumHotel=43
Hoje ganhei 3 diárias free no Gran Meliá Cancun.Quem diria que eu voltaria, depois de 13 anos, para Cancun?
Para diretores, os convites para Famtours são mais agressivos.Minha diretora já foi nesse "esquema" para: Índia, França,Barcelona, Turquia, entre outros, e no mês que vem para a África do Sul.
Tá bom pra vocês?
terça-feira, 22 de março de 2011
Bullying
Na semana passada um vídeo se transformou em mais “viral” da internet.
Nele, um garoto, aparentemente vítima de bullying – nome chique que psicólogos e pedagogos importaram para falar de assédio moral entre crianças e adolescentes -, revidou e literalmente jogou no chão seu agressor, numa cena que seria cômica se não fosse trágica.
As imagens renderam a Casey Heynes o apelido de Zangief Kid, em referência ao personagem do jogo Street Fighter que aplicava um golpe parecido em seus adversários.
Milhares de pessoas do mundo todo assistiram e comentaram o vídeo, além de enviar mensagens de apoio ao estudante, que se cansou após três anos sofrendo com humilhações dos amigos pelo simples fato de estar acima do peso.
O assunto virou matéria em um programa de televisão, que encontrou o estudante e ouviu sua história. É um pouco longo, mas vale a pena assistir.
A reportagem mostra que o buraco era bem mais embaixo e que Casey Heynes chegou a pensar em suicídio.
Diante de uma situação como essas, vejo como hipocrisia pura quem vem falar que ele agiu mal, que violência gera violência e blá blá blá.
A pergunta que eu faço é: E se fosse seu filho? Você diria para ele não revidar quando levar um soco na cara ou for colado com fita adesiva em um poste (isso também aconteceu com ele, como mostra a reportagem)?
ps: tinha preparado um post bem mais elaborado, mas o Blogger deu pau e apagou tudo. Aí não tive coragem de fazer tudo de novo e ficou mais reduzido.
ps2: Ano passado, fiz uma reportagem sobre o tema, pela Folha de Alphaville, e ouvi uma especialista. Quem quiser ler, vai lá: http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=10712
Nele, um garoto, aparentemente vítima de bullying – nome chique que psicólogos e pedagogos importaram para falar de assédio moral entre crianças e adolescentes -, revidou e literalmente jogou no chão seu agressor, numa cena que seria cômica se não fosse trágica.
As imagens renderam a Casey Heynes o apelido de Zangief Kid, em referência ao personagem do jogo Street Fighter que aplicava um golpe parecido em seus adversários.
Milhares de pessoas do mundo todo assistiram e comentaram o vídeo, além de enviar mensagens de apoio ao estudante, que se cansou após três anos sofrendo com humilhações dos amigos pelo simples fato de estar acima do peso.
O assunto virou matéria em um programa de televisão, que encontrou o estudante e ouviu sua história. É um pouco longo, mas vale a pena assistir.
A reportagem mostra que o buraco era bem mais embaixo e que Casey Heynes chegou a pensar em suicídio.
Diante de uma situação como essas, vejo como hipocrisia pura quem vem falar que ele agiu mal, que violência gera violência e blá blá blá.
A pergunta que eu faço é: E se fosse seu filho? Você diria para ele não revidar quando levar um soco na cara ou for colado com fita adesiva em um poste (isso também aconteceu com ele, como mostra a reportagem)?
ps: tinha preparado um post bem mais elaborado, mas o Blogger deu pau e apagou tudo. Aí não tive coragem de fazer tudo de novo e ficou mais reduzido.
ps2: Ano passado, fiz uma reportagem sobre o tema, pela Folha de Alphaville, e ouvi uma especialista. Quem quiser ler, vai lá: http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=10712
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